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	<title>O Colosso da Marússia</title>
	<link>http://blog.stemamo.com</link>
	<description>Blog de Stefano Maglovsky [stemamo]</description>
	<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 07:01:04 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Interview on Blur Designs</title>
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		<comments>http://blog.stemamo.com/2010/06/01/interview-blur/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 13:47:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stefano Maglovsky</dc:creator>
		
		<category>stemamo</category>

		<category>comunicação</category>

		<category>design</category>

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Em fevereiro deste ano, fui convidado por Frazer Wilson, da comunidade Blur Designs, para participar de uma entrevista. Esta seria sobre o meu trabalho gráfico para a minha banda, EnjoyLive. Tudo isto se deu depois do próprio Wilson ter me convidado para fazer parte do Blur, ao ver meus trabalhos no Bëhance. A capa do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_Screen_shot_2010_06_01_at_10.30.02.png" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/Screen_shot_2010_06_01_at_10.30.02.png',572,412,'Screen shot 2010 06 01 at 10.30.02 - Screen shot 2010 06 01 at 10.30.02'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_Screen_shot_2010_06_01_at_10.30.02.png" alt="Screen shot 2010 06 01 at 10.30.02 - Screen shot 2010 06 01 at 10.30.02" title="Screen shot 2010 06 01 at 10.30.02 - Screen shot 2010 06 01 at 10.30.02" /></a></p>
<p>Em fevereiro deste ano, fui convidado por Frazer Wilson, da comunidade Blur Designs, para participar de uma entrevista. Esta seria sobre o meu trabalho gráfico para a minha banda, <a href="http://enjoyuslive.com/home/">EnjoyLive</a>. Tudo isto se deu depois do próprio Wilson ter me convidado para fazer parte do Blur, ao ver meus trabalhos no <a href="http://www.behance.net/stemamo">Bëhance</a>. A capa do <a href="http://www.blur-designs.net/photo/enjoylive-2?context=featured">Synthmatic entrou para os trabalhos selecionados</a> da comunidade. Abaixo a entrevista completa em português. No final do post, os links para a entrevista original, blog blur, a comunidade Blur Designs e minha página lá. </p>
<p><strong>Fale-nos sobre a criação para o EnjoyLive.</strong><br />
A banda nasceu em Belo Horizonte, em agosto de 2000, logo que tinha chegado de São Paulo, na Escola de Design - UEMG, onde conheci o designer e músico Marcos Loureiro. Ou seja, querendo ou não, foi a junção de 2 designers na música. Acho que por isso e também pelo tipo de música que queríamos fazer, sempre tivemos muito cuidado com os conceitos visuais e com a estética da banda. As atividades de composição e letras estavam sempre recheadas desses conceitos. O nome que a banda teria, o tipo de logo, as cores que usaríamos, o estilo, direção de arte e fotografia, sempre pensamos no projeto como um todo. Passados estes momentos iniciais e as muitas mudanças que tivemos, começamos a compor e os discos a sair. O design das capas sempre esteve totalmente ligado ao momento que nós vivíamos com a banda. Além disso, ao participar da composição, arranjo, letras e finalização das músicas, sempre fiquei muito dentro de todo o processo, desde o começo das ideias até a masterização e arte dos projetos. Isso fez com que pudesse brincar com o tudo o que eu já sabia sobre os discos e sua história, não precisando de um briefing de um terceiro. O máximo que fazíamos era trocar algumas ideias sobre os conceitos que mais se aproximavam do disco na questão visual e, a partir daí, o trabalho se desenvolvia com muita facilidade. O som sempre foi eletrônico. Mas no começo era bem gótico. Tinha uma aura dark e isso foi influência para o design. Todos os projetos que desenvolvi para o Enjoy, desde o logo até as capas de CD, site, Twitter, Myspace e vídeos sempre estiveram inseridos no momento da banda. Por exemplo, no final de 2005 lançávamos o disco Synthmatic. Foi uma sequência de acontecimentos importantes que tiveram incidência direta nos resultados do que íamos fazer. Um membro da banda tinha saído de forma não amigável para ambos os lados. Tínhamos praticamente perdido um disco inteiro por isso. Tivemos que nos acertar e resolver como seria o novo som. Apenas 3 iriam fazer o que 4 faziam. No final do disco, na masterização, percebemos que tínhamos um disco nervoso, bem emotivo e que misturava tudo isso já com nosso som híbrido, pesado e de batidas dançantes. A capa do disco resume bem isso. Uma amálgama do símbolo do Enjoy (kpetão), que eu havia desenvolvido em 2004 para o lançamento do nosso primeiro site, unido às nossas faces. Virou uma ilustração sintética do que nós e o Enjoy éramos – Synthmatic. Depois disso a banda passou por mais mudanças e os conceitos gráficos sempre acompanharam tudo. Acho que o mais importante sobre o meu desgin para o Enjoy é justamente o que eu disse sobre o briefing e conceito. Eu já estou por dentro de tudo e assim fica muito mais fácil criar e ousar. Posso fazer praticamente o que quiser neste sentido pois, depois de passar muito tempo num projeto, participando de todas as etapas, é praticamente impossível não absorver o conteúdo e depois deixá-los transparecer nos resultados.    </p>
<p><strong>Se você tivesse que descrever seu estilo de design em 3 palavras?</strong><br />
Eclético, Meticuloso, Ousado (tive muita dificuldade em achar essas 3 palavras. Foi um bom exercício.)<br />
<strong><br />
Se você pudesse escolher seria músico ou designer?</strong><br />
As duas coisas tem muitas particularidades e similaridades. É preciso ser criativo, cuidadoso, pesquisador, organizado, conhecedor, talentoso, habilidoso e proativo. E nos dois é difícil provar que é algo que faz diferença e que se pode e deve ganhar dinheiro com eles. Acho que nunca conseguiria ter um sem o outro. Mas se fosse pra escolher realmente, seria músico. Gostaria de saber como seria viver apenas compondo e fazendo música, tocando por aí. Mas é claro, coitado do designer que fosse fazer minhas capas e artes, chegaria nele com um briefing bem meticuloso e o resultado teria que me surpreender e agradar, se não&#8230; Neste caso acho que o músico daria lugar ao desginer e vice-versa. </p>
<p><strong>Você acha mais criativo fazer design para trabalhos impresso ou para web?</strong><br />
O projeto em si e sua vontade de desenvolvê-lo é que pode limitar ou soltar a criação. No caso dos trabalhos impressos, ficamos presos aos tipos de impressão, papel, formatos etc. Mas acho que é perfeitamente possível desenvolver trabalhos criativos, bons e diferentes nos impressos. Sem contar as coisas que se pode fazer com tecnologia hoje. Na web temos quase que os mesmos limites de formato, tela, velocidade, transimissão etc mas é algo intangível. Há coisas que você só pode fazer na web, dando uma sensação maior de liberdade e criatividade. Mas por incrível que pareça eu gosto muito dos impressos e de poder sentir e pegar nos resultados finais dos projetos com as mãos. Ver um logo que você criou impresso na etiqueta da camiseta, na fachada da loja, no carro, no cartão, na embalagem, na sacola, no site, é algo bem recompensador. </p>
<p><strong>O Brazil será campeão da Copa do Mundo neste verão?</strong><br />
Bem, aqui no Brasil será inverno na época, assim como na sede da Copa do Mundo, a África do Sul (rs). Eu acho que as copas estão relacionadas a outras coisas que não só vencer pelo futebol em si. Eu não gosto do estilo do Dunga de comandar o time. Não tem cara de Brasil a que nos acostumamos ver, com um futebol leve, bonito e de toque de bola rápido e envolvente, como meu time, o Santos, vem jogando atualmente. Temos craques de bola mas o técnico preferiu se render ao estilo europeu de retranca e marcação forte, que definitivamente não é a nossa praia. Mas mesmo assim, acho que o Brasil é sim um forte candidato a campeão do mundo mais uma vez, até pelo talento individual dos jogadores. Acho também que outros países podem ter esse mérito. Pra mim, levando-se em conta o momento, Inglaterra, Espanha, Itália e Brasil são os fortes candidatos. Mas ainda bem que é uma Copa do Mundo de futebol e, como tudo no futebol, poderemos ter surpresas.<br />
<strong><br />
Se você tivesse que fazer uma pergunta para um designer numa entrevista, qual seria esta pergunta?</strong><br />
Será que ele escolheria outra profissão se pudesse voltar no tempo?</p>
<p>Links para a entrevista e para o Blur Designs</p>
<p><a href="http://blur-designs.com/blog/designer-spotlight-stefano-maglovsky">Post original da entrevista</a></p>
<p><a href="http://blur-designs.com/blog/category/designer-spotlight">Blog Blur Designs</a></p>
<p><a href="http://www.blur-designs.net/">Comunidade Blur Designs</a></p>
<p><a href="http://www.blur-designs.net/profile/stemamo">Minha página no Blur Designs</a></p>
<p>Até a próxima!</p>
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		<title>Moto Trip - Part VIII - Final</title>
		<link>http://blog.stemamo.com/2010/05/28/moto-trip-8-final/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 23:39:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stefano Maglovsky</dc:creator>
		
		<category>stemamo</category>

		<category>moto</category>

		<category>viagem</category>

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		<description><![CDATA[De Trindade, Paraty - RJ para Campos do Jordão e SBC - SP
Dia 12 de março de 2010

A manhã e o carreto
E o dia começava belo e ensolarado mas com uma tarefa nada fácil. Colocar a Drag e o “Kbeça” no caminhão guincho. Logo cedo, o motorista chegou na rua da pousada e, com alguma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>De Trindade, Paraty - RJ para Campos do Jordão e SBC - SP<br />
Dia 12 de março de 2010</strong></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_01_1.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/01_1.jpg',800,600,'01 1 - 01 1'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_01_1.jpg" alt="01 1 - 01 1" title="01 1 - 01 1" /></a></p>
<p><strong>A manhã e o carreto</strong></p>
<p>E o dia começava belo e ensolarado mas com uma tarefa nada fácil. Colocar a Drag e o “Kbeça” no caminhão guincho. Logo cedo, o motorista chegou na rua da pousada e, com alguma dificuldade, conseguiu fazer a volta no local estreito e nos chamar. O Felipe guiou a motocicleta até a carreta, que foi muito bem presa com todo o cuidado pelo motorista. Um senhor gente boa e brincalhão.</p>
<p>Depois de tudo pronto e algumas fotos do momento inesperado, o “Kbeça” se despediu da gente e subiu na boléia junto com o motorista. E foram embora para Sampa, deixar a motocicleta direto na oficina.</p>
<p><strong>Quais caminhos?</strong></p>
<p>Agora éramos só o Felipe e eu. Recolhemos as coisas, arrumamos nossa bagagem, tomamos um banho e fomos fechar a conta da pousada. Depois do ocorrido, até mesmo a mulher que nos tinha tratado com indiferença, resolveu ser solidária e puxar papo, desejar boa sorte pra nós e para o “Kbeça” e dar algumas dicas sobre a viagem de volta. No fim ela não era tão ruim, só meio mau humorada.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_02_1.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/02_1.jpg',800,600,'02 1 - 02 1'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_02_1.jpg" alt="02 1 - 02 1" title="02 1 - 02 1" /></a></p>
<p>Nos arrumamos e depois de tudo pronto, em cima das motocicletas, resolvemos decidir se passaríamos por Campos ou não na saída de Ubatuba. Depois de pouco mais de meia hora chegamos à esta saída e tínhamos que decidir. O Felipe deixou claro: não quero decidir nada. Por onde você falar, nós vamos! Pensei que voltar pela Rio-Santos seria mais tranquilo. Já conhecia bem a estrada, os caminhos, cruzaríamos como “Kbeça” e o reboque e chegaríamos sem o trânsito pesado de São Paulo e São Bernardo, bem na hora do rush. E o melhor, não pegaríamos a Dutra. Mas embora já conhecesse a bela Campos do Jordão, o Felipe não tinha a mesma sorte. E o espírito aventureiro falou mais alto. Seria bom desbravar mais alguns quilômetros de serra e estradas desconhecidas e outras já conhecidas mas esquecidas. E foi o que decidimos! Entramos em Ubatuba, para dentro de um pequeno balneário. Paramos no posto para abastecer antes de subir a serra e pegar algumas dicas sobre o trecho que iríamos percorrer. Aproveitei para ligar para o “Kbeça” e avisar sobre nossa decisão. Ele já estava em Maresias.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_03_1.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/03_1.jpg',800,600,'03 1 - 03 1'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_03_1.jpg" alt="03 1 - 03 1" title="03 1 - 03 1" /></a></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_04_1.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/04_1.jpg',800,600,'04 1 - 04 1'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_04_1.jpg" alt="04 1 - 04 1" title="04 1 - 04 1" /></a></p>
<p>Pegamos a pista dupla, de bom asfalto, que nos levaria para a serra. Subindo, chegaríamos até Taubaté e depois era só seguir para Campos. A estrada logo acabou e começou uma das serras mais íngrimes e com a maior quantidade de cotovelos que já vi e percorri. Tinha curva que fazíamos em primeira marcha. Ficamos imaginando a Drag naquele trecho. Que dificuldade seria. Igual a um caminhão, abrindo as curvas. Em poucos minutos estávamos bem acima do nível do mar. Aquele ar quente do litoral já havia nos abandonado mas o dia ainda estava quente. Incrível a mudança dos mundos. Quase que sem notar, passamos da paisagem do mar e da horizontalidade mais uma vez para o meio das serras. Lá de cima paramos para avistar o belo mar lá embaixo, imenso e infinito emendando com o céu. Demos continuidade e a estrada que percorríamos, com reservas naturais, parecia aqueles filmes canadenses que tem ursos e acampamentos. Saímos em Taubaté como previsto. Passamos por um trecho pela Dutra e entramos para Campos do Jordão. A pista que se segue para lá é muito boa e duplicada. O cenário é muito bonito e a estrada cheia de curvas, o que torna o passeio muito agradável e divertido para  nós motociclistas.</p>
<p><strong>Campos do Jordão</strong></p>
<p>Antes de adentrar de vez para Campos, a parada obrigatória, na vista chinesa. Mais uma vez ficamos pensando na bela mudança de cenários, tão brusca e diferente.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_05_1.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/05_1.jpg',800,600,'05 1 - 05 1'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_05_1.jpg" alt="05 1 - 05 1" title="05 1 - 05 1" /></a></p>
<p>Depois foi só subir mais um pouco a estrada e chegamos à clássica entrada da cidade, com aquele visual colonial alemão.</p>
<p>O Felipe comentou que tinha saído da praia e entrado na Alemanha. Realmente é muito bonito e diferente. Logo de cara vimos a placa da Baden Baden e a seguimos. Infelizmente não podíamos beber nada alcóolico e não tínhamos espaço para levar nada além das nossas fotos de recordação. Mas valeu demais. Paramos para almoçar na Mercearia Campos. Comi um belíssimo prato de trutas com batata. O Felipe preferiu uma pasta com molho branco. Nesta hora resolvemos fazer a homenagem final à frase da viagem: “o Binoca tinha que estar aqui!” Só que desta vez, com a inclusão de seu autor mor. O Binoca e o “Kbeça” tinham que estar aqui. O garçom registrou tudo.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_06_1.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/06_1.jpg',800,600,'06 1 - 06 1'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_06_1.jpg" alt="06 1 - 06 1" title="06 1 - 06 1" /></a></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_07_1.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/07_1.jpg',600,800,'07 1 - 07 1'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_07_1.jpg" alt="07 1 - 07 1" title="07 1 - 07 1" /></a></p>
<p>Depois demos uma passada para fotos pela Baden Baden e resolvemos zarpar. Não queríamos ter o azar de pagar serração na volta da serra nem muito trânsito na Dutra. E da serração realmente escapamos. Pegamos um buraco numa das curvas na volta que nos fez literalmente sair pela tangente e invadir completamente a pista oposta. Ainda bem que não vinha nada do outro lado. Do trânsito na Dutra, acho que não existe Dutra sem trânsito, não escapamos. Ainda mais com as reformas que estão acontecendo por lá. Além disso, há vários pedágios, o que atrapalha muito a vida do motociclista. Depois de tudo isso, o mesmo caminho cansativo e travado de Juntas Provisórias, Bandeirantes, Farah Maluf e Anchieta para chegar em casa.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_08_1.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/08_1.jpg',800,600,'08 1 - 08 1'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_08_1.jpg" alt="08 1 - 08 1" title="08 1 - 08 1" /></a></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_09_1.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/09_1.jpg',800,600,'09 1 - 09 1'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_09_1.jpg" alt="09 1 - 09 1" title="09 1 - 09 1" /></a></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_10.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/10.jpg',600,800,'10 - 10'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_10.jpg" alt="10 - 10" title="10 - 10" /></a></p>
<p>No total, rodamos mais de 450 quilômetros neste dia. Chegamos em casa por volta das 18h. O “Kbeça” tinha acabado de chegar.</p>
<p><strong>Enfim, o fim</strong></p>
<p>Voltamos na sexta-feira. Era para termos voltado no sábado. Tínhamos mais dois dias em SBC. Sábado curtimos um almoço com nosso tio Ricardo num dos clássicos restaurantes de São Bernardo do Campo, o gigantesco São Judas Tadeu. A noite queríamos ir a um bar de cerveja especial. Encontramos nosso amigo Daniel Arthur que mora em Sampa agora e fomos para a Vila Madalena. Lá fomos para o Melograno, mas já estava fechando. Ficamos no bar Quitandinha, conversando. Domigo era dia do clássico e bom almoço de família com o Klaxon, avós pai e mãe. Uma bela de uma comilança se seguiu de boas sobremesas e do jogo do Santos contra o Palmeiras. Este, o Santos perdeu. Mas fomos campeões.</p>
<p>Segunda cedinho, o Felipe foi embora para Belo Horizonte, sozinho. Eu ficaria mais uns dias para resolver algumas coisas. Chegou tranquilo e rápido. Fiquei em casa com a minha mãe, no meio de semana, curtinho a vida de adolescente de alguns anos atrás, quando apenas estudava e passava os dias jogando bola, vídeo-game e estudando. Uma sensação estranha mas que durou pouco. Na quarta-feira cedo, também saí cedo rumo à BH. Resolvi não fazer paradas e vim numa tocada só. Só parando sem descer da motocicleta, apenas para abastecer. Cheguei 12h cravado na garagem de casa.</p>
<p>Tinha acabado a trip. A viagem planejada com tanto tempo de antecedência tinha passado. É uma sensação estranha que todo mundo já deve ter vivido. De chegar de viagem. Ainda mais com aventuras, companheirismo, família e amizade.</p>
<p>Foi realmente uma experiência inesquecível. Aproveito para agradecer a todos os que estiveram conosco desde o começo, alguns que participaram por fora, lendo o blog. Outros que tinham que ter ido e não foram, como o Binho, a Gabi e a Dona Sônia. O Klaxon que esteve presente nos encontros de família e nos ajudou com a hospedagem na maravilhosa casa de sua namorada. Nossa prima Miriam que foi uma excelente companheira e guia, nosso amigo Daniel Arthur e claro, nossos queridos avós, que estiveram conosco o tempo todo. E pra finalizar é claro, os companheiros de viagem. O meu cunhado Felipe, que é meu amigo. E meu pai, o “Kbeça” Quadrada. Na verdade ele se chama Rubens Maglovsky.</p>
<p>Não sei se escreverei tanto assim nos nossos próximos passeios pois, espero, estes sejam muitos e não haja tempo!</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_montagem_1.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/montagem_1.jpg',800,600,'montagem 1 - montagem 1'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_montagem_1.jpg" alt="montagem 1 - montagem 1" title="montagem 1 - montagem 1" /></a></p>
<p>Até a próxima!</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/stemamo/sets/72157623556156711/">Mais fotos no Flickr - acessem no link ao lado ou aqui. </a>
</p>
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		<title>Moto Trip - Part VII - Trindade para Paraty - RJ - dia 11 de março de 2010</title>
		<link>http://blog.stemamo.com/2010/05/05/moto-trip-parte-7/</link>
		<comments>http://blog.stemamo.com/2010/05/05/moto-trip-parte-7/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 May 2010 03:29:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stefano Maglovsky</dc:creator>
		
		<category>stemamo</category>

		<category>moto</category>

		<category>viagem</category>

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Acordamos cedo e tomamos um bom café da manhã na pousada. Fomos direto procurar a cachoeira como tínhamos planejado no dia anterior. Pegamos a trilha que subia para a cachoeira e ficamos mais de meia hora rondando a corredeira, várias quebradas enlamaçadas e a mata fechada. Mas nada de chegar à bela queda que tanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_01.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/01.jpg',600,450,'01 - 01'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_01.jpg" alt="01 - 01" title="01 - 01" /></a></p>
<p>Acordamos cedo e tomamos um bom café da manhã na pousada. Fomos direto procurar a cachoeira como tínhamos planejado no dia anterior. Pegamos a trilha que subia para a cachoeira e ficamos mais de meia hora rondando a corredeira, várias quebradas enlamaçadas e a mata fechada. Mas nada de chegar à bela queda que tanto falaram. Encontramos alguns casais que também estavam há bastante tempo procurando e nada. Depois de totalmente ensopados de suor, resultado da mata fechada e úmida, resolvemos desistir e ir à praia antes de almoçar e passar a tarde em Paraty.</p>
<p>A praia estava ótima. Cheia até certo ponto mas muito boa. A água estava fresquinha e o dia muito belo e ensolarado, com um grande céu azul. Ficamos um tempo nadando. Conversamos com uma menina que era parente de uns donos de pousada na vila. Eles tinham vindo do interior de São Paulo montar pousada há alguns anos atrás. Ela nos contou a história de que Trindade era um paraíso isolado até meados de 2000. Depois disso, descobriram o local e várias dessas famílias, principalmente do interior de São Paulo e Rio de Janeiro, resolveram tentar a sorte com pousadas e restaurantes. Depois disso, confirmou-se nosso incômodo e desconfiança das pessoas da vila por nos tratarem com tanta indiferença e até mesmo sem muito jeito pra coisa. Aquela sensação de um povo provinciano e do tratamento pouco profissional ficou claro e evidente depois desta conversa.</p>
<p>Voltamos para a pousada, tomamos uma ducha e nos preparamos para ir até Paraty. O correto seria colocar todo o equipamento que tínhamos. Pra chegar até Paraty é preciso pegar a estrada por mais de 10 km, em alta velocidade. Mesmo assim, a vontade de curtir o sol e a brisa falaram mais alto. E como estava tudo perfeito até agora, preferimos nem pensar no que poderia dar errado e saímos de bermuda, camiseta e tênis, no máximo com luvas. O &#8220;kbeça&#8221; ainda foi de calça e sapatos por causa do calor do motor da Drag.</p>
<p><strong>Paraty</strong></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_02.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/02.jpg',600,450,'02 - 02'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_02.jpg" alt="02 - 02" title="02 - 02" /></a></p>
<p>Paraty é muito bonita. Uma belíssima arquitetura muito parecida com as cidades históricas de Minas Gerias, como Ouro Preto, Diamantina e Tiradentes. Só que com uma grande vantagem. O mar. As ruas de pedra, as construções coloniais, brancas com os dormentes tipicamente coloridos, as belas e grandes correntes que dividem as ruas, as portas enormes e janelas cheias de história em meio à plantas parasitas e flores, realmente nos fazem viajar por outras épocas.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_03.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/03.jpg',600,450,'03 - 03'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_03.jpg" alt="03 - 03" title="03 - 03" /></a></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_04.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/04.jpg',600,450,'04 - 04'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_04.jpg" alt="04 - 04" title="04 - 04" /></a></p>
<p>Logo que chegamos estacionamos as motocicletas numa rua e fomos procurar um restaurante. Como bons turistas, paramos no primeiro com boa aparência. E valeu a pena. Ótimo serviço e comidas. No restaurante ficamos sabendo que as escunas da prefeitura só saíam de manhã. O garçom nos disse para irmos até a praia dos barqueiros e negociar direto com um deles um passeio pelas ilhas. E foi o que fizemos. Atravessamos uma larga rua até sair numa espécie de porto onde haviam vários barquinhos. Paramos para conversar com um barqueiro. Seu barco azul e branco se chamava Felipe, em homenagem ao filho. Ficamos sabendo depois que este barco era de 1980 e tinha passado por uma reforma. Coincidência ou não, o Felipe é da década de 80. E para sua tristeza é cruzeirense, azul e branco. Fomos com os &#8220;Felipes&#8221; num passeio de 2h pelas ilhas, com direito a parada para nadar no mar.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_05.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/05.jpg',600,800,'05 - 05'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_05.jpg" alt="05 - 05" title="05 - 05" /></a></p>
<p>O passeio é maravilhoso. A brisa, o visual, a sensação de estar no barquinho e aquela enorme serra e mar à sua volta é impressionante. Vários peixes pulam pra fora do mar pra respirar ou comer. Depois de passar por algumas ilhas paramos em uma e o barco foi desligado. Era hora de dar um bom mergulho naquela belíssima piscina natural. Esquecemos nossas sungas e nadamos de cueca mesmo. O mar estava numa temperatura perfeita. Com o snorkel deu pra ver vários cardumes de peixes amarelos, estrelas do mar e outros animais marinhos. Na ilha vinham alguns roedores ver o que estava acontecendo e pegar comida. Um verdadeiro paraíso. O tempo de mergulho era curto, 15 minutos. Mas foi o suficiente pra aproveitar bem. Na volta já passavam das 16h e o céu estava muito belo, formando neblinas em volta da serra. Depois de descer, pagar e agradecer o barqueiro, fomos tomar água de coco e pegar as motocicletas para a volta. Antes passamos no banco, no posto e fomos embora.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_06.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/06.jpg',600,450,'06 - 06'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_06.jpg" alt="06 - 06" title="06 - 06" /></a></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_07.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/07.jpg',600,450,'07 - 07'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_07.jpg" alt="07 - 07" title="07 - 07" /></a></p>
<p><strong>Calmaria antes da tempestade</strong></p>
<p>Como disse anteriormente, estava tudo perfeito até aqui. O máximo que tinha rolado eram aquelas discussões bestas de irmãos. Como já dito também, não fomos equipados para pegar a estrada. Mesmo assim, na volta, com todo aquele clima maravilhoso, o dia agradável que tínhamos passado e o final de tarde quente e amistoso, sem querer e sem pensar, percebi que no trecho da volta nos empolgamos um pouco e puxamos mais o acelerador. O &#8220;Kbeça&#8221; que sempre encabeçava a fila deu uma empolgada e este foi um dos raros momentos em que andamos mais forte. Aproveitei para testar a Falcon e ela não voltou a dar aquele problema de patinar, mesmo em velocidades mais altas. Tudo tranquilo. Não tem coisa melhor que dar uma puxada mais forte na motocicleta.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_08.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/08.jpg',600,450,'08 - 08'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_08.jpg" alt="08 - 08" title="08 - 08" /></a></p>
<p>Chegando na entrada de Trindade, reduzimos e entramos na estradinha, o &#8220;Deus me Livre&#8221;. Tudo normal, a tarde ainda estava clara. Num dos trechos em que o &#8220;Kbeça&#8221; tinha escorregado na primeira vez em que passamos por lá, o Felipe fez um sinal com a mão, como se estivesse xingando e eu respondi logo atrás. Estávamos descendo, quando num dos trechos mais íngremes da estradinha, eu estava meio distraído olhando para o mar que surgia lá atrás da serra quando olho pra frente e me deparo com uma cena que não esperava. A Drag estava rabeando de um lado para o outro e o &#8220;Kbeça&#8221; voando por cima dela, caindo nas pedras no canto direito da estrada. Parecia que não era verdade. Não era possível que aquilo estava acontecendo. Passei o Felipe que deu uma reduzida e foi parando. Estacionei a Falcon na descida sem nem pensar direito e saí correndo, tirando o capacete e indo em direção ao &#8220;Kbeça&#8221;, que já tinha retirado seu capacete e estava gritando de dor. Dizia que estava sem ar e com muita dor no peito. Nisso, alguns carros que passavam pararam para ajudar. Depois de um tempo o &#8220;Kbeça&#8221; ficou mais calmo. Disse que estava bem e se levantou. Foi direto olhar a motocicleta. Esta ficou bem destruída. Não tinha mais como voltar com ela e também não sabíamos se havia algo mais grave com o acidentado. Chamamos a polícia e o resgate e lá se foi o &#8220;Kbeça&#8221;, louco da vida, para a Santa Casa de Paraty. Pra mim e pro Felipe, sobrou levar a Drag sem pedaleira direita e com o guidão torto até a pousada. Se já era meio ruim pilotá-la, foi ainda pior. Mas chegamos sem problemas e logo depois fomos até a Santa Casa saber como estavam as coisas. O médico disse que não tinha acontecido nada demais, fez algumas radiografias do peito e cabeça e deu alta para o paciente. O &#8220;Kbeça&#8221; voltou na minha garupa e paramos pra comprar alguns remédios e fazer o boletim de ocorrência, que demorou horas.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_09.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/09.jpg',600,450,'09 - 09'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_09.jpg" alt="09 - 09" title="09 - 09" /></a></p>
<p>Depois disso tudo, vinha a parte mais chata, de avisar a mãe, o irmão, a mulher e alguns poucos parentes mais próximos. No dia seguinte iríamos ligar para o seguro e o &#8220;Kbeça&#8221; retornaria com o caminhão de reboque.</p>
<p>Ficou uma lição disso tudo? Claro que sim. O &#8220;Kbeça&#8221; deu muita sorte pois estava sem luvas e mesmo assim não machucou a mão. A motocicleta pesada, quase caiu em cima dele, o que teria tornado as coisas muito piores. Num trecho que teoricamente tínhamos achado muito tranquilo de passar, aconteceu o único acidente de todo o passeio. E poderia ter sido fatal. Todos concordamos que a Drag contribuiu bastante para isso pois não tem mesmo o DNA de fora de estrada, mesmo que este &#8220;fora&#8221; seja brando. Mas no final deu tudo certo. Hoje a moto já está prontinha. E também já deu tempo do &#8220;Kbeça&#8221; se acidentar novamente. Desta vez com um cachorro que o atropelou na rua, em São Paulo. </p>
<p>Faltavam apenas dois dias para encerrarmos nossa trip. Mas com o que havia acontecido não tinha mais clima. O &#8220;Kbeça&#8221; voltaria de carona com o caminhão do seguro e Felipe e eu, retornaríamos para São Bernardo do Campo como tínhamos chegado até aqui. Restava decidir se passaríamos em Campos do Jordão ou não.</p>
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</p>
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		<title>Moto Trip - Part VI - De Santiago, Maresias para Trindade, Paraty - RJ - dia 10 de março de 2010</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Apr 2010 00:04:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stefano Maglovsky</dc:creator>
		
		<category>stemamo</category>

		<category>quadrinhos</category>

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		<description><![CDATA[Chegava ao fim nossa fase de estadias não pagas e em confortáveis e belas casas de parentes e conhecidos. Saindo de Santiago logo cedo, nosso destino era Trindade, em Paraty, Rio de Janeiro. Um trecho um pouco mais longo e, finalmente, chegando ao nosso terceiro e último estado programado, o Rio de Janeiro. Lembrando que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chegava ao fim nossa fase de estadias não pagas e em confortáveis e belas casas de parentes e conhecidos. Saindo de Santiago logo cedo, nosso destino era Trindade, em Paraty, Rio de Janeiro. Um trecho um pouco mais longo e, finalmente, chegando ao nosso terceiro e último estado programado, o Rio de Janeiro. Lembrando que Felipe e eu saímos de Minas Gerais. Nas primeiras programações cogitou-se ir até a cidade e praias do Rio. Depois resolvemos parar em Angra dos Reis e, por fim, em Paraty. Tudo isso para termos o prazer de poder voltar por Campos do Jordão com mais calma e poder pernoitar pelo menos uma vez nas montanhas frias.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_01_ste.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/01_ste.jpg',600,800,'01 ste - 01 ste'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_01_ste.jpg" alt="01 ste - 01 ste" title="01 ste - 01 ste" /></a></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_03_placa.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/03_placa.jpg',800,600,'03 placa - 03 placa'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_03_placa.jpg" alt="03 placa - 03 placa" title="03 placa - 03 placa" /></a></p>
<p>Deixamos a chave da casa com o caseiro e caímos na estrada. No trecho incial pudemos rever todas as belas paisagens pelo caminho até Ilha Bela, que havíamos feito no dia anterior. Passamos por Caraguá, Ubatuba e ao longo do caminho mais paisagens maravilhosas eram vistas. Algumas registradas e postadas aqui. Fizemos apenas algumas paradas para fotos e para arrumar a bagagem do &#8220;Kbeça&#8221; na Drag, que não parava de pender para a direita e quase cair. Entrando no centro de Ubatuba, eu estava na frente por causa do problema da Falcon, que poderia voltar a qualquer momento (descobri depois com o mecânico aqui em BH, que o probelma que tive é normal e se deu deivido as altas temperaturas em que nos encontrávamos) e também para decidir onde parar para fazer as fotos. E foi nesta mudança que o &#8220;Kbeça&#8221; se perdeu de nós numa rotatória. Depois de tentar ligar sem sucesso para o seu celular algumas vezes e ficarmos parados no mesmo lugar durante uns 10 minutos, resolvi ir atrás dele enquanto o Felipe esperva numa praça. Mas não obtive sucesso na minha busca. Quando estava voltando pra encontrar com o Felipe, senti o celular vibrando e era ele. Estava nos esperando um pouco à frente, na continuação da estrada. Nos encontramos e seguimos em frente. Ubatuba é a maior das cidades do litoral norte. Não sei dizer se é a maior por extensão e população. Mas é uma das mais visitadas, pelo grande número de praias e também foi o trecho que mais demorou para passar durante a viagem.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_08_kbe__a_e_a_drag.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/08_kbe__a_e_a_drag.jpg',600,800,'08 kbe  a e a drag - 08 kbe  a e a drag'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_08_kbe__a_e_a_drag.jpg" alt="08 kbe  a e a drag - 08 kbe  a e a drag" title="08 kbe  a e a drag - 08 kbe  a e a drag" /></a></p>
<p>Entramos no estado do Rio de Janeiro. Não vimos nenhuma placa de Trindade, apenas de Paraty. E por isso mesmo, passamos direto pela entrada, parando em Paraty. Havia algumas obras antes de Trindade e ficamos parados uns 10 minutos na estrada. Estavam fazendo reforços nas barragens de terra, na beira da pista, pois estas estavam desbarrancando para dentro da estrada. Voltamos, achamos a entrada e ficamos conhecendo a famosa e temida descida para Trindade. Um dos trechos desta descida, como havia avisado o tal vendedor lá em Boiçucanga, é conhecido como &#8220;Deus me livre&#8221;. É tudo asfaltado e a princípio não achamos nada demais. Existem algumas pedras, terra, areia, curvas bem fortes, verdadeiros cotovelos e em alguns trechos há um pouco de água passando pela pista. Fizemos todo o trajeto com extremo cuidado. Mas tirando uma saída de lado da Drag, não aconteceu nada demais. Ao chegar em Trindade e avistar a bela praia de pedras e surfistas da entrada, passamos por uma pequena corredeira que desce da montanha e passa sobre as pedras, aquelas parecendo sabão de tão lisas. Mais uma vez, fizemos o pequeno trecho com todo o cuidado e pronto, adentramos a vila de Trindade.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_06_felipe_na_bela_paisagem.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/06_felipe_na_bela_paisagem.jpg',800,600,'06 felipe na bela paisagem - 06 felipe na bela paisagem'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_06_felipe_na_bela_paisagem.jpg" alt="06 felipe na bela paisagem - 06 felipe na bela paisagem" title="06 felipe na bela paisagem - 06 felipe na bela paisagem" /></a></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_07_os_3_na_paisagem.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/07_os_3_na_paisagem.jpg',800,600,'07 os 3 na paisagem - 07 os 3 na paisagem'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_07_os_3_na_paisagem.jpg" alt="07 os 3 na paisagem - 07 os 3 na paisagem" title="07 os 3 na paisagem - 07 os 3 na paisagem" /></a></p>
<p><strong>Trindade</strong></p>
<p>Todos nos disseram que Trindade era o verdadeiro paraíso. Várias praias diferentes, piscina natural, cachoeiras, boas pousadas e restaurantes, muita gente diferente, turistas e um visual de lugar esquecido, que dava à ela, esta fama de &#8220;paraíso&#8221;. Ao passar por esta única rua do vilarejo, todos nós em motocicletas e encapotados nas nossas roupas, mais uma vez viramos uma espécie de atração turística. Olhamos algumas pousadas pelo lado de fora mesmo e não sentimos muita confiança. Continuamos andando quando um sujeito, desses sempre alerta a novos turistas, perguntou se estávamos procurando uma pousada e de que tipo seria esta. Conversei um pouco com ele e acabou nos indicando a pousada Dois Irmãos. Era numa transversal da rua principal. Uma das melhores fachadas dentre todas as pousadas, é verdade. Mas ao entrar, perguntar os preços e se havia vagas, que era óbvio que havia, a recepção da dona não foi nada amigável. E eu que não sou nem um pouco paciente, já estava com vontade de ir embora. Resolvemos visitar o quarto e constatamos que não tinha nada demais. Limpo, arrumado, pequeno e bem mediano. Mas resolvemos ficar lá mesmo. Farei uma pausa para um adendo sobre este episódio. Por trabalhar com comunicação e algumas Prefeituras, dentre elas, algumas com forte apelo turístico, já participei de workshops e várias reuniões sobre turismo aqui em Minas Gerais. A coisa que mais espanta e atraí turistas à um local são as pessoas e a receptividade com que estes são recebidos. Mesmo que o local não tenha grandes atrativos. Se tiver um povo local amistoso e que trate bem os turistas e visitantes da cidade, todos saem dizendo que a visita foi maravilhosa. Isto é realmente um fato. Quem não quer ser bem tratado? Um dado real, de um estudo que pude ter acesso num workshop do pessoal da Marca Brasil, especializado neste ramo. Mesmo assim, você numa viagem de motocicleta e com calor, cheio de equipamento, chega à uma pousada, que não é nem um pouco barata pelo que oferece e ainda é recebido com má vontade. Como se os donos estivessem fazendo um favor em nos receber e não o contrário. É por isso que queria dar meia volta. <em>Voilà</em>, queríamos é ir à praia e curtir. E até aqui estava tudo indo muito bem.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_10_vista_da_pousada.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/10_vista_da_pousada.jpg',800,600,'10 vista da pousada - 10 vista da pousada'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_10_vista_da_pousada.jpg" alt="10 vista da pousada - 10 vista da pousada" title="10 vista da pousada - 10 vista da pousada" /></a></p>
<p>O visual de Trindade, vamos falar a verdade, não é nem um pouco impressionante. A vila e sua única rua principal tem um aspecto selvagem mas ao mesmo tempo um outro aspecto muito mais de periferia. Há alguns restaurantes legais e outros horríveis, sendo estes a maioria. Um amontoado de construções e casinhas muito mal acabadas, com tijolos aparentes e reboco à vista. Algumas conseguem captar aquele espírito de praia, de madeira e construção despojada. Mas no meio da bagunça toda das contruções mal feitas, não convence muito. No geral, parece a periferia suburbana de qualquer cidade da capital, só que situada na areia da praia. Há muitos &#8220;campings&#8221; e muitos turistas e caiçaras de &#8220;bobeira&#8221; ao redor da vila e das praias. A grande maioria dos turistas, são aqueles gringos mochileiros. Tipos que parecem ter vindo da Argentina ou do Chile a pé e sem nehum tostão no bolso, pegando carona com caminhoneiros ou quem passasse na estrada. Eles ficavam inclusive pedindo carona pra sair de Trindade. Mesmo havendo linha de ônibus. Falando cruamente, acho que os mochileiros não tinha dinheiro nem pro &#8220;busão&#8221;. E como em toda praia &#8220;selvagem&#8221;, os gringos europeus se misturam aos caiçaras e aos latinos, formando aquele grupo de aproveitadores e aproveitados. Mas todos se dando muito bem, não nos incomodaram nem um pouco. Estou apenas fazemdo o relato verdadeiro do que achei do lugar. E esse conjunto de coisas, mais o fato de, logo de cara, não ser bem recebido pela dona da pousada, me deixaram uma primeira impressão horrível de Trindade. E como todos sabem, a primeira impressão é a que fica. Se eu fosse um desses paulistas bairristas, com certeza diria que foi porquê chegamos ao Rio de Janeiro. Mas em momento algum tivemos este tipo de pensamento, primário e infantil e que discordo completamente.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_13_prato_em_trindade.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/13_prato_em_trindade.jpg',800,480,'13 prato em trindade - 13 prato em trindade'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_13_prato_em_trindade.jpg" alt="13 prato em trindade - 13 prato em trindade" title="13 prato em trindade - 13 prato em trindade" /></a></p>
<p>Fomos à praia finalmente. A primeira praia, que não me lembro como chamavam-na segue o espírito da vila. Já não começa muito bem pois, para entrar na praia, você passa por dentro de uns quiosques ou bares bem ruins. Eles são também todos amontoados um em cima do outro. Não tem um visual legal. A praia é minúscula. Mas para salvar tudo isso, o mar e o visual das serras e vegetação é muito bonito, como em todo o litoral norte. Por isso, o melhor é ficar olhando para o mar e para o horizonte infinito. Ficamos num bar situado bem no meio desta praia pois não havia opção de sentar em outro lugar. Nem mesmo na areia havia espaço ou sombra pois a praia é realmente muito pequena. Um sujeito cabeludo, figura peculiar nos atendeu. Ele se chamava Ricardo mas o &#8220;Kbeça&#8221; insistiu em chamá-lo de &#8220;Marquinhos&#8221;. Até que uma hora o cara olhou por cima dos óculos e corrigindo disse constrangido: – Marquinhos! Ele me contou que a bebida típica da região se chamava Gabriela. Cachaça curtida no cravo e na canela. Mas estava tão calor que ficamos na cerveja mesmo. Depois de uns mergulhos fomos almoçar. Escolhemos um restaurante bem simples e de pratos feitos. Não há requinte em Trindade. Ainda bem que tínhamos aproveitado bem este tipo de coisa em outros lugares. Lá é tudo bem simples. Não que isso seja ruim. Mas se você quiser algo mais bonito, um restaurante com um belo tratamento, vinho ou champagne, esqueça. Lá não é o lugar pra isso. O meu &#8220;PF&#8221; de peixe frito estava muito gostoso. E o bobó de camarão que o Felipe e o &#8220;Kbeça&#8221; comeram também estava excelente, segundo eles.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_17_ste_e_felipe_no_barco_em_trindade.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/17_ste_e_felipe_no_barco_em_trindade.jpg',800,533,'17 ste e felipe no barco em trindade - 17 ste e felipe no barco em trindade'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_17_ste_e_felipe_no_barco_em_trindade.jpg" alt="17 ste e felipe no barco em trindade - 17 ste e felipe no barco em trindade" title="17 ste e felipe no barco em trindade - 17 ste e felipe no barco em trindade" /></a></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_20_piscina_natural_em_trindade.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/20_piscina_natural_em_trindade.jpg',800,533,'20 piscina natural em trindade - 20 piscina natural em trindade'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_20_piscina_natural_em_trindade.jpg" alt="20 piscina natural em trindade - 20 piscina natural em trindade" title="20 piscina natural em trindade - 20 piscina natural em trindade" /></a></p>
<p>Depois do almoço, descansamos um pouco e fomos visitar a outra praia. São duas seguidas. A Praia do Meio e a Praia do Cachadaço. Na segunda há uma trilha até a Piscina Natural do Cachadaço. Pode-se conhecer esta piscina de barco. Nós preferimos esta opção. E o passeio de barquinho de alumínio foi divertido. A piscina natural é realmente muito bonita. Há pedras enormes enterradas no meio do mar raso e da praia que formam a tal piscina natural. Uma pena que fomos quando a maré estava muito baixa e não dava nem pra mergulhar. Depois de voltar, ficamos na Praia do Meio, curtindo o mar e o final de tarde. Lá sim, estava um paraíso como nos disseram. Calmo, belo e sem muitas daquelas construções feias para atrapalhar o visual selvagem. Havia também na entrada um enorme Chapéu de Sol, uma de minhas árvores preferidas muito comum no litoral.</p>
<p>A noite procuramos um bom restaurante e comemos peixe frito com cerveja. Ficamos conversando e depois de dar algumas voltas na rua principal e comer açaí na tigela, fomos para o quarto da pousada assistir Santos e Naviraiense, pela Copa do Brasil. O Santástico enfiou 10x0 no pobre time do Naviraiense.</p>
<p>No dia seguinte decidimos que íamos visitar a cachoeira e passar na praia. Depois iríamos seguir para Paraty, almoçar e andar de barco.</p>
<p>Sempre me esqueço de dizer. A maioria das fotos são de minha autoria mas há fotos postadas também do &#8220;Kbeça&#8221;. As de Trindade por exemplo, são dele.</p>
<p><em>O RSS Feed deste blog, tanto dos comentários quanto dos posts, está no rodapé.</p>
<p>- Lembrando que mais fotos referentes a cada post são adicionadas no Flickr - acessem no link ao lado <a href="http://www.flickr.com/photos/stemamo/?saved=1">ou aqui</a>.</em>
</p>
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		<title>Moto Trip - Part V - De Santiago, Maresias para Ilha Bela - dia 9 de março de 2010</title>
		<link>http://blog.stemamo.com/2010/04/08/moto-trip-parte-5/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 18:17:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stefano Maglovsky</dc:creator>
		
		<category>stemamo</category>

		<category>moto</category>

		<category>culinária</category>

		<category>viagem</category>

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		<description><![CDATA[Opinião
DJ Binho disse que eu estou me delongando demais nos relatos sobre a viagem e que deveria focar mais nas motocicletas. Não posso fazer nada. Quem não tiver paciência de ler os meus textos, &#8220;paciência&#8221;.

Praia de Santiago, mergulho rápido e saída
Levantamos e como combinado fomos à praia. E a praia era só nossa. Absolutamente ninguém. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Opinião</strong></p>
<p>DJ Binho disse que eu estou me delongando demais nos relatos sobre a viagem e que deveria focar mais nas motocicletas. Não posso fazer nada. Quem não tiver paciência de ler os meus textos, &#8220;paciência&#8221;.<br />
<strong><br />
Praia de Santiago, mergulho rápido e saída</strong></p>
<p>Levantamos e como combinado fomos à praia. E a praia era só nossa. Absolutamente ninguém. Curtimos o mar e o sol estava muito forte. Voltamos pra casa e saímos para Iha Bela.</p>
<p><strong>A estrada</strong></p>
<p>Mais uma vez a estrada revelou-nos suas lindas paisagens. Em meio às sombras das árvores e em clareiras ensolaradas, um passeio bucólico com vista para o imenso mar azul nas serras da mata atlântica. Embora já mencionado, vale mais uma vez ressaltar o quanto você em sua motocicleta interagem com o ambiente. Aromas, sensações, temperatura, brisas, insetos, paisagens, tudo pode ser literalmente sentido na pele. Uma experiência que só quem viveu pode saber.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_felipe_kbe__a_motos.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/felipe_kbe__a_motos.jpg',700,525,'felipe kbe  a motos - felipe kbe  a motos'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_felipe_kbe__a_motos.jpg" alt="felipe kbe  a motos - felipe kbe  a motos" title="felipe kbe  a motos - felipe kbe  a motos" /></a></p>
<p>Antes de chegar na balsa que nos leva até Ilha Bela, paramos para abastecer. Um outro motociclista, mas sem motocicleta, parou para conversar. Como diria o <a href="http://blog-do-tiozao.blogspot.com/">Tiozão em seu blog</a>, ainda restam motociclistas da época das saudações, em que um acenava para o outro ou dava uma buzinadinha para um cumprimento, independente da tribo ou cilindrada. Isso acontece ainda hoje, principalmente em viagens maiores e com mais motocicletas. Todos os frentistas dos postos também são sempre curiosos e amistosos, perguntando de onde viemos, para onde vamos, desejando boa viagem e dando alguma dica. Depois de uma breve apresentação, ficamos sabendo que ele tinha uma custom, nos avisou que um caminhão havia derramado óleo diesel daquele trecho até Ilha Bela. E para amenizar a situação da pista cheia de óleo, a prefeitura havia jogado serragem em cima. Ou seja, ruim com o óleo, pior com a serragem. Para nossa sorte, toda esta sujeira estava na pista da volta. Sem maiores problemas.</p>
<p><strong>Ilha Bela<br />
</strong></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_kbe__a_balsa.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/kbe__a_balsa.jpg',700,525,'kbe  a balsa - kbe  a balsa'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_kbe__a_balsa.jpg" alt="kbe  a balsa - kbe  a balsa" title="kbe  a balsa - kbe  a balsa" /></a></p>
<p>Chegamos na balsa exatamente na hora do embarque. Mais uma bela paisagem para a memória e para as fotos. Navios, balsas maiores, a Ilha logo à frente e todo aquele mar azul e uma imensa serra atrás de nós. Este trecho de balsa é bem maior que os outros. Quase meia hora. Ela também é bem grande. Motocicletas não ficam na fila para embarcar pois há um espaço reservado só para elas. Se você stiver chegando junto com um carro forte ou um caminhão tanque, terá que esperar a próxima balsa. Este tipo de carga só pode atravessar sozinho. Pra nossa sorte, na volta, havia um carro forte mas mandaram duas balsas, assim não houve espera.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_restaurante_ilha.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/restaurante_ilha.jpg',700,525,'restaurante ilha - restaurante ilha'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_restaurante_ilha.jpg" alt="restaurante ilha - restaurante ilha" title="restaurante ilha - restaurante ilha" /></a></p>
<p>Ao desembarcar na ilha, pegamos para direita, lado sul. Como estávamos famintos, fomos direto procurar o restaurante Nova Iorqui, indicado pelo vendedor de Boiçucanga. Em todo o caminho um belíssimo visual. Estávamos beirando a ilha toda numa estradinha na encosta, com subidas e descidas sempre mostrando o mar, as serras e a mata. E esta estradinha é ótima pra pilotar a motocicleta, muito divertida e cheia de curvas. Chegamos ao restaurante e estava tudo muito tranquilo. Estacionamento, entrada com jardim oriental, várias carpas e um visual devastador. O restaurante é um deck na encosta da ilha e dele você pode ficar observando a paisagem e, claro, o enorme e belo mar azul. Não me canso nunca do mar azul. Mais uma  vez, nos disseram que o restaurante era caro. E até que os preços pareciam altos mas os pratos dão para 4 pessoas. Então acaba que sai tudo bem em conta. O serviço é excelente. No &#8220;bg&#8221; Beatles em versão chorinho e o som natural dos pássaros. O prato que pedimos foi um dos melhores da viagem na minha opinião. Badejo à Parmegiana com purê e fritas. Um com molho de camarões e um sem, pra mim, pois sou alérgico.</p>
<p>Depois de bem alimentados e satisfeitos, resolvemos voltar para pegar uma praia na ilha. A ilha funciona da seguinte maneira. No lado sul há muitos restaurantes, casas, pousadas e hotéis. Há apenas 1 praia de fácil acesso, com uma praça, alguns quiosques e estacionamento. A outra praia que tem no lado sul é acessada somente a pé, por uma trilha e há cachoeiras. Pra quem tem tempo, disseram que é um excelente passeio. No lado norte, há várias praias grandes. Nós paramos nessa &#8220;prainha&#8221; do lado sul. A água estava ótima, gelada. E a praia é daquelas em que você mal entra e já está de água até o pescoço. O &#8220;kbeça&#8221; pra variar, ficou no guarda-sol tomando um suco de abacaxi.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_felipe_ilha_bela.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/felipe_ilha_bela.jpg',700,525,'felipe ilha bela - felipe ilha bela'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_felipe_ilha_bela.jpg" alt="felipe ilha bela - felipe ilha bela" title="felipe ilha bela - felipe ilha bela" /></a></p>
<p>Uma duchada e seguimos rumo ao norte da ilha. Este lado é mais habitado. Tem trânsito de verdade, sinais e cruzamentos. A tarde avançava e a pista para o norte é de pedras. Não tínhamos um rumo específico. Queríamos conhecer mais algumas praias e belas paisagens. Mas a Drag Star se mostrou um péssima desbravadora de caminhos que não sejam bons asfaltos e retas. Muito baixa e com uma suspenção curta, o &#8220;kbeça&#8221; estava numa verdadeira britadeira. Sem contar o tanto que ela esquenta. E irritado com isso tudo, sugeriu voltar para a casa em Santiago. Assim, acabava nosso passeio em Ilha Bela, que tinha sido excelente. Espero voltar lá várias vezes. Se estivéssemos os três em três motocicletas V-Strom, ou mesmo em modelos como a Falcon, teríamos seguido em qualquer terreno sem problemas. A XTZ também aguenta bem o tranco. Mas o Felipe já tinha reclamado da trepidação, pois ela é mais street e com seus pneus lisos, também não é o ideal. Não tenho o que reclamar da Falcon neste ponto.</p>
<p><strong>Retorno</strong></p>
<p>Na ida, não tivemos problemas nenhum nem com óleo na pista. Na volta, o óleo e a serragem estavam praticamente secos. Mas ao voltar, mais confiantes e empolgados, e como todos sabem, toda volta é mais impaciente, cometemos alguns erros de percurso, principalmente em curvas. Isso é normal mas é bom para ficarmos espertos com a facilidade de perder o controle da motocicleta numa acelerada ou numa tocada mais intensa. É muito comum entrar na outra pista sem querer. Com a Drag então nem se fala. Mas foram apenas alguns vacilos sem nehuma consequência, a não ser a experiência.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_motos_frente.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/motos_frente.jpg',600,450,'motos frente - motos frente'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_motos_frente.jpg" alt="motos frente - motos frente" title="motos frente - motos frente" /></a></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_ste_felipe_alto.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/ste_felipe_alto.jpg',700,525,'ste felipe alto - ste felipe alto'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_ste_felipe_alto.jpg" alt="ste felipe alto - ste felipe alto" title="ste felipe alto - ste felipe alto" /></a></p>
<p>Paramos num armazém – que palavra antiga não? e compramos mais cervejas. Desta vez bem menos. E ingredientes para um macaroni à bolognesa que eu ia preparar.</p>
<p>A noite foi muito tranquila. Depois do jantar, Felipe e &#8220;Kbeça&#8221; tiraram uma soneca. Eu como sempre, não tenho paciência pra isso e fiquei limpando a cozinha, além de já ter cozinhado. Depois lavei as motos. Uma lavagem mais ou menos, só pra passar o tempo. Estávamos em clima de despedida da bela casa e da ótima estadia por lá.</p>
<p>Deixamos tudo preparado para sair na manhã seguinte, bem cedo. Nosso destino seguinte era Trindade - Paraty, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Observação: O RSS Feed deste blog, tanto dos comentários quanto dos posts, está no rodapé.</p>
<p>- Lembrando que mais fotos referentes a cada post são adicionadas no Flickr - acessem no link ao lado <a href="http://www.flickr.com/photos/stemamo/?saved=1">ou aqui</a>.</p>
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		</item>
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		<title>Moto Trip - Part IV - Do Guarujá para Santiago, Maresias - dia 8 de março de 2010</title>
		<link>http://blog.stemamo.com/2010/03/30/moto-trip-parte-4/</link>
		<comments>http://blog.stemamo.com/2010/03/30/moto-trip-parte-4/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 03:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stefano Maglovsky</dc:creator>
		
		<category>stemamo</category>

		<category>moto</category>

		<category>viagem</category>

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		<description><![CDATA[
Mais um belo dia de sol nascia. E que calor! Só de pensar na indumentária toda já me dava desespero. Mas faz parte do processo. Acordamos 8h e fomos até a &#8220;padoca&#8221; tomar café da manhã com o típico bauru de Sampa e suco de laranja. Depois do desjejum, voltamos à casa para se trocar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_01_ste_no_guaruja.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/01_ste_no_guaruja.jpg',800,533,'01 ste no guaruja - 01 ste no guaruja'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_01_ste_no_guaruja.jpg" alt="01 ste no guaruja - 01 ste no guaruja" title="01 ste no guaruja - 01 ste no guaruja" /></a></p>
<p>Mais um belo dia de sol nascia. E que calor! Só de pensar na indumentária toda já me dava desespero. Mas faz parte do processo. Acordamos 8h e fomos até a &#8220;padoca&#8221; tomar café da manhã com o típico bauru de Sampa e suco de laranja. Depois do desjejum, voltamos à casa para se trocar e subir nas máquinas. O &#8220;Kbeça&#8221; estava transpirando antes mesmo de colocar a jaqueta, só de camisa. Tudo pronto, a estadia no Guarujá foi perfeita e com ótima companhia mas a viagem tinha que continuar. Antes passamos no posto para calibrar os pneus e encher os tanques.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_02_kabe__a_e_stemamo_na_sa__da_do_guaruj__.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/02_kabe__a_e_stemamo_na_sa__da_do_guaruj__.jpg',800,600,'02 kabe  a e stemamo na sa  da do guaruj   - 02 kabe  a e stemamo na sa  da do guaruj  '); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_02_kabe__a_e_stemamo_na_sa__da_do_guaruj__.jpg" alt="02 kabe  a e stemamo na sa  da do guaruj   - 02 kabe  a e stemamo na sa  da do guaruj  " title="02 kabe  a e stemamo na sa  da do guaruj   - 02 kabe  a e stemamo na sa  da do guaruj  " /></a></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_03_felipe_e_kabe__a_na_balsa_de_guaruj__.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/03_felipe_e_kabe__a_na_balsa_de_guaruj__.jpg',800,600,'03 felipe e kabe  a na balsa de guaruj   - 03 felipe e kabe  a na balsa de guaruj  '); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_03_felipe_e_kabe__a_na_balsa_de_guaruj__.jpg" alt="03 felipe e kabe  a na balsa de guaruj   - 03 felipe e kabe  a na balsa de guaruj  " title="03 felipe e kabe  a na balsa de guaruj   - 03 felipe e kabe  a na balsa de guaruj  " /></a></p>
<p>Na saída da praia de Pernambuco paramos para fazer algumas fotos na praia de pescadores. Depois, direto para a balsa que nos levaria até Bertioga, na mesma estrada da marina e que dá acesso às praias de Iporanga. Esta balsa é bem rápida, não ficamos nem 10 minutos nela e pronto, desembarcamos em Bertioga. Nem paramos para fotos direito lá. Foi apenas de passagem mesmo. Seguimos cruzando a cidade toda, beirando a Riviera de São Lourenço e chegando em Barra d&#8217;Una e Juquehy. Entramos em Juquehy para dar uma olhada, o restaurante Freijó estava lá como sempre e foi uma pena termos passado tão cedo naquele local, pois a comida deles é ótima. Para minha surpresa, praticamente todos os bares e quiosques estavam fechados. Sei que era uma segunda-feira de manhã mas turistas não tem dia nem hora. Ponto negativo para Juquehy. Depois de fazer algumas fotos resolvemos ligar para o caseiro da casa de Santiago. Pronto, avisamos que chegaríamos em menos de 1 hora. Depois de Juquehy fomos direto para Maresias-Santiago.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_04_ste_na_balsa_de_guaruja.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/04_ste_na_balsa_de_guaruja.jpg',800,490,'04 ste na balsa de guaruja - 04 ste na balsa de guaruja'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_04_ste_na_balsa_de_guaruja.jpg" alt="04 ste na balsa de guaruja - 04 ste na balsa de guaruja" title="04 ste na balsa de guaruja - 04 ste na balsa de guaruja" /></a></p>
<p><strong>Falcon, #fail</strong></p>
<p>Não é possível que até aqui nehuma motocicleta teria dado problema. E foi justamente neste trecho maior que a minha moto começou a patinar. Era só aumentar o giro rapidamente da quarta para quinta e no final da quinta marcha que ela começava a patinar e não passava de 100 k/h. Paramos rapidamente depois de eu fazer uns testes na pista e constatamos que seria a embreagem. Como não havia como fazer nada naquele momento, resolvi diminuir o rítimo e seguir em frente. Nesta hora até trocamos de posição. Eu fui na frente tomando o lugar do &#8220;kbeça&#8221; e o Felipe em último tomando o meu lugar. No decorrer do percurso ela voltava ao normal, depois patinava de novo e fui assim até Santiago.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_05_motociclistas_no_caminho_pra_santiago_2.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/05_motociclistas_no_caminho_pra_santiago_2.jpg',800,600,'05 motociclistas no caminho pra santiago 2 - 05 motociclistas no caminho pra santiago 2'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_05_motociclistas_no_caminho_pra_santiago_2.jpg" alt="05 motociclistas no caminho pra santiago 2 - 05 motociclistas no caminho pra santiago 2" title="05 motociclistas no caminho pra santiago 2 - 05 motociclistas no caminho pra santiago 2" /></a></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_06_motociclistas_em_juquehy_2.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/06_motociclistas_em_juquehy_2.jpg',800,600,'06 motociclistas em juquehy 2 - 06 motociclistas em juquehy 2'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_06_motociclistas_em_juquehy_2.jpg" alt="06 motociclistas em juquehy 2 - 06 motociclistas em juquehy 2" title="06 motociclistas em juquehy 2 - 06 motociclistas em juquehy 2" /></a></p>
<p><strong>Santiago, o paraíso</strong></p>
<p>A estrada de Juquehy até Maresias é muito bonita, seguindo o belo padrão Rio-Santos de praias e serras verdes. Logo depois de Maresias vimos a placa Santiago, mas de repente, muito rápido, a entrada aparece depois de uma curva em declive. Passei direto e os outros atrás de mim também. Depois de uma voltinha, adentramos o balneáio e constatmos, para o nosso espanto, que era apenas um quarteirão! Ainda assim, entramos na rua errada, voltamos e ficamos esperando o caseiro chegar para abrir a casa. Quando o filho dele abriu a porta e nos deu a chave quase caímos de costa. A casa era um espetáculo! Muito bonita e bem feita, totalmente funcional e prática, com uma bela piscina e um excelente trabalho de paisagismo e decoração. Ainda ao abrir a geladeira, Bohemias, uma Baden Baden e uma Eisenbahn geladas, perfeito. Estávamos no verdadeiro paraíso. Foi o tempo de tirar parafernalha toda e cair na piscina com uma cervejinha na mão. Ficamos mais ou menos uma hora falando bem da casa e elogiando cada detalhe, cada planta do jardim, enfim, estávamso felizes da vida.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_casa.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/casa.jpg',800,600,'casa - casa'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_casa.jpg" alt="casa - casa" title="casa - casa" /></a></p>
<p>Decidimos que iríamos almoçar em Maresias. Não achamos nada aberto e continuamos até Boiçucanga. Paramos no restaruante Casa de Pedra. Estava vazio, mas é um belo estabelecimento e de ótima comida e serviço. Todos nos disseram que os preços do litoral norte estavam altos mas para nossa surpresa, em todos os lugares que paramos, os preços estavam mais em conta que os de bons restaurantes de Belo Horizonte. Comemos ótimos pratos de frutos do mar. Felipe e &#8220;Kbeça&#8221; com camarão é claro. O restaurante é de frente para o mar, muito belo e arejado. Pra não dizer que estávamos sozinhos, logo que sentamos, chegou uma família de japoneses com um japonês velhinho de óculos escuros que só pode ter saído do desenho Dragon Ball Z. Ele soltou uma risada sinistra para nós, quando perguntamos à eles se queriam que retrirássemos os capacetes da mesa ao lado para que eles se sentassem. Disse – <strong>NÃO</strong>! <strong>Nós vamos sentar lá! </strong>Apontou outra mesa, olhou para nós e soltou a gargalhada <strong>– HAHAHAHA!</strong> E se sentou. Depois desse episódio todas as tiradas vinham acompanhadas da sinistra gargalhada.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_07_restaurante.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/07_restaurante.jpg',800,600,'07 restaurante - 07 restaurante'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_07_restaurante.jpg" alt="07 restaurante - 07 restaurante" title="07 restaurante - 07 restaurante" /></a></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_08_praia_de_boi__ucanga.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/08_praia_de_boi__ucanga.jpg',800,600,'08 praia de boi  ucanga - 08 praia de boi  ucanga'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_08_praia_de_boi__ucanga.jpg" alt="08 praia de boi  ucanga - 08 praia de boi  ucanga" title="08 praia de boi  ucanga - 08 praia de boi  ucanga" /></a></p>
<p>Na volta paramos numa casa de carnes para garantir nosso jantar com um churrasquinho e repor as bohemias que tomamos e claro, comprar mais. Naquela noite não íamos mais pilotar para nenhum lugar e poderíamos beber um pouco mais sem preocupações.</p>
<p>Ao chegar em casa, resolvemos conhecer a praia de Santiago. E ao chegar lá, descobrimos que a praia era só nossa e dos caiçaras. Uma belíssima praia, com uma bica dentro da mata. Haviam alguns caiçaras jogando bola no fim de tarde, outro pescando com a varinha no mar e nós banhistas.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_09_kbe__a_em_santiago.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/09_kbe__a_em_santiago.jpg',800,533,'09 kbe  a em santiago - 09 kbe  a em santiago'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_09_kbe__a_em_santiago.jpg" alt="09 kbe  a em santiago - 09 kbe  a em santiago" title="09 kbe  a em santiago - 09 kbe  a em santiago" /></a></p>
<p><strong>Gato picado por cobra tem medo de linguiça</strong></p>
<p>Este subtítulo engraçado é um ditado que o &#8220;kbeça&#8221; soltou devido ao nosso excesso de receios e medo. Estávamos tranquilos e só pensando em praia e andar de moto quando alguém sempre chegava e nos colocava algum medo. Frases do tipo –&#8221;Falcon é visada hein, cuidado!&#8221;, toda hora eram ouvidas de alguém desconhecido. No restaurante ao conversar com o dono de lá e um vendedor, nos disseram para não ir até Trindade pois era um antro de vagabundos e malandros. Não demos ouvidos à isso. Depois ao chegar na casa, em Santiago, e saber que éramos os únicos no balneário com os caseiros e caiçaras, começamos a imaginar algum assalto ou coisa do tipo. Mas foi só iniciar o churrasco, beber cerveja e soltar uma gargalhada, ao melhor estilo mangá, que tudo isso passou.<br />
<strong><br />
Comilança, trilha sonora e boa noite</strong></p>
<p>Nós comprarmos 24 latas de bohemia e mais de 1 kg de Picanha e algumas asinhas de frango e demos cabo de tudo isso ao longo da noite. Noite esta que estava estrelada, quente e bela. Na nossa passagem e estadia por Santiago teve um disco que foi a trilha sonora &#8220;default&#8221;.  Foi o disco de clássicos do Rod Stewart, que estava dentro do aparelho. Desde a hora em que chegamos na casa ele tocou praticamente até o final. O disco é excelente e tem belíssimas interpretações. Combinou direitinho com a paz que estava nos momentos em que passamos por lá.</p>
<p>Mais um dia maravilhoso estava indo embora. E olha que este dia durou bastante. Depois de muitas risadas, cervejas e carne, resolvemos ir dormir. E dormir com aquela brisa, aquele barulhinho bom de mato e grilos não tem nada igual.</p>
<p>No dia seguinte, ficou combinado que iríamos de manhã à praia e depois para Ilha Bela.</p>
<p><em>- Lembrando que mais fotos referentes a cada post são adicionadas no Flickr - acessem no link ao lado ou <a href="http://www.flickr.com/photos/stemamo/sets/72157623556156711/">aqui.</a></em>
</p>
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		<title>Moto Trip - Part III - Saindo de SBC rumo ao Guarujá - dias 6 e 7 de março de 2010</title>
		<link>http://blog.stemamo.com/2010/03/24/moto-trip-parte-3/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 06:14:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stefano Maglovsky</dc:creator>
		
		<category>stemamo</category>

		<category>moto</category>

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		<description><![CDATA[Acordamos depois de uma ótima e tranquila noite de sono ao delicioso som das gotas da chuva caindo no telhado. Realmente muito bom. Mas não pra quem tinha quilômetros e dias de praia pela frente. Mas nada de desistir, aliás, tínhamos roupas impermeáveis pra isso mesmo.

Tudo foi feito com muita calma. Levantamos mais tarde, almoçamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acordamos depois de uma ótima e tranquila noite de sono ao delicioso som das gotas da chuva caindo no telhado. Realmente muito bom. Mas não pra quem tinha quilômetros e dias de praia pela frente. Mas nada de desistir, aliás, tínhamos roupas impermeáveis pra isso mesmo.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_chuva.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/chuva.jpg',640,480,'chuva - chuva'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_chuva.jpg" alt="chuva - chuva" title="chuva - chuva" /></a></p>
<p>Tudo foi feito com muita calma. Levantamos mais tarde, almoçamos tranquilamente e ficamos esperando para decidir se iríamos ou não na chuva e, para onde exatamente. Onde exatamente pois no roteiro inicial, no sábado, iríamos para Santos logo cedo. Depois de almoçar, seguiríamos direto para o Guaruja, na casa da nossa prima Miriam. Como o dia estava chuvoso e a manhã já tinha ido embora há muito tempo, resolvemos pular Santos, infelizmente, e ir direto para o Guarujá, mesmo debaixo de chuva. Ligamos para a Miriam, avisamos que chegaríamos em 1h no máximo e arrumamos tudo para sair.</p>
<p>Depois de tudo preparado, o Felipe ficou igual a um astronauta com a capa de chuva por cima da mochila. Tudo certo, direto para a Via Anchieta, que é mais divertida de descer a serra que a Imigrantes pois tem mais curvas. Tem caminhões também e acaba que as curvas não fazem muita diferença pois existem muitos radares e a velocidade máxima permitida é de, acreditem, 50 km/h. Mesmo assim a descida na Via Anchieta é um dos cenários mais bonitos de serra que eu já vi. É verdade que eu via esse cenário muitas vezes quando morava em São Bernardo e descíamos para a praia com bastante frequência. Mas fazia tempo que não passava por lá e além da nostalgia, é realmente muito bonito. O Felipe, que não conhecia, pode confirmar. Uma pena é que não pudemos fazer fotos na descida pois não há áreas de escape ou descanso para isso. Algumas raras que existem, não se pode parar para fotografar e sendo assim, descemos direto. Emocionados com o visual da serra enorme, com aqueles caminhões lá embaixo, bem pequenos e logo acima, todo o mar e a cidade de Santos. Sem poder registrar em fotos mas tudo registrado na cabeça. Para completar, o dia estava nublado e com garoa, como disse no início. E este é um cenário realmente típico da região. Neste ponto demos sorte, pricipalmente o Felipe, por exemplo, que não é de lá.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_ste_pista.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/ste_pista.jpg',640,480,'ste pista - ste pista'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_ste_pista.jpg" alt="ste pista - ste pista" title="ste pista - ste pista" /></a></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_motos_pista.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/motos_pista.jpg',640,480,'motos pista - motos pista'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_motos_pista.jpg" alt="motos pista - motos pista" title="motos pista - motos pista" /></a></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_sol.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/sol.jpg',640,480,'sol - sol'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_sol.jpg" alt="sol - sol" title="sol - sol" /></a></p>
<p>Assim que descemos a serra, subiu aquele típico bafo quente da baixada. Pronto, estávamos no nível do mar. Ainda nublado mas bem quente. Pegamos a bifurcação para a esquerda e seguimos rumo ao Guarujá. Neste trecho sim, paramos e fizemos algumas fotos. Chegando na praia de Pernambuco, o sol abriu totalmente. Nesta hora se formou uma bela tarde de sol e nós queríamos chegar logo. Primeiro para tirar aquela roupa toda e segundo, para ir logo para a praia.</p>
<p>Chegamos na casa da prima e ela estava na praia. Ligamos, pegamos a chave e corremos pro mar. E que mar. Estava tudo perfeito. Voltamos, caímos na piscina que estava ótima e relaxamos. A noite compramos algumas Heinekens, fizemos um espagueti calabresa, que pude preparar como sempre e ficamos conversando até de madrugada.<br />
<strong><br />
Iporanga - dia 07 de março de 2010</strong></p>
<p>Novo dia, novo programa. Só que desta vez tivemos que deixar nossas companheiras, as motocicletas, na garagem. Fomos com a Miriam e sua amiga simpática, a Marta, de carro para Iporanga. Iporanga é pertinho do Guarujá. Um lugar com várias praias, uma ao lado da outra, que eram praias selvagens e agora são praticamente particulares. Ao chegar na praia escolhida, antes, entramos no condomínio fechado deixando os documentos com o porteiro para poder ter acesso ao local. Existe um número limite de visitantes e dizem que em temporada, se chegar depois das 10h da manhã, não consegue entrar mais. Chegamos ao estacionamento da praia, tudo muito limpo, organizado e vigiado. Muitos surfistas chegando também. Depois foi entrar na praia. E que praias lindas. O &#8220;Kbeça&#8221; quase teve um ataque do coração pois era exatamente neste lugar que ele acampava quando era pequeno, com a família toda, os primos, tios etc. Várias histórias que tinha ouvido ele contar ao longo da vida, com nosso avós, pudemos conferir de perto. E deve ter sido bom mesmo acampar naquelas praias quando não existia nada lá além da natureza. Agora não, um lugar muito belo mas com toda a pompa de mansões a beira mar e restriçoes absurdas de onde você pode entrar ou tirar fotos. Mas isso não estragou o passeio. Eu e o Felipe entramos no mar, mesmo estando bem gelado.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_iporanga9.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/iporanga9.jpg',640,480,'iporanga9 - iporanga9'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_iporanga9.jpg" alt="iporanga9 - iporanga9" title="iporanga9 - iporanga9" /></a></p>
<p>Saindo de Iporanga, fomos direto almoçar numa marina, bem perto de Iporanga. Na estrada que dá acesso aos condomínios e à balsa que atravessa do Guarujá até Bertioga. A marina é claro, muito bela, com vários barcos, lanchas, jetskis, veleiros e até uma linda Ferrari estacionada numa das vagas. Outro mundo mesmo. O restaurante da marina se chama Déja Vu. Muito bom. Todos pedimos frutos do mar e típicas caipivodkas de kiwi. Haviam algumas crianças pescando ao redor do deck, barcos passando, um ótima brisa, tudo o que nós da cidade enfumaçada estávamos querendo.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_iporanga10.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/iporanga10.jpg',640,480,'iporanga10 - iporanga10'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_iporanga10.jpg" alt="iporanga10 - iporanga10" title="iporanga10 - iporanga10" /></a></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_3_em_iporanga.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/3_em_iporanga.jpg',640,480,'3 em iporanga - 3 em iporanga'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_3_em_iporanga.jpg" alt="3 em iporanga - 3 em iporanga" title="3 em iporanga - 3 em iporanga" /></a></p>
<p>Depois voltamos para a casa na praia de Pernambuco e não dispensamos mais um pouco de piscina. A Miriam e a amiga foram embora e nós ficamos para pernoitar. Era domingo e fomos até o shopping em frente à casa para comer algo. Por sorte lá tinha a Brahama Black que tanto queríamos provar. Fiz a avaliação dela no nosso blog cervejeiro, <a href="http://habeascorpvs.blogspot.com/2010/03/brahma-black.html">clique aqui para conferir</a>. Comemos aqueles sanduíches estilo americano e voltamos para casa. Ah, rolou um sorvete de sobremesa da gelateria italiana Parmalat, muito bono também.</p>
<p>No dia seguinte, iríamos continuar o trajeto para Bertioga, parando nas praias de Barra d&#8217;Una, Juquehí e ficando em Maresias. Tudo certo quando bem na hora do jantar, recebemos uma ligação do Klaxon. Esta ligação mudou tudo. Era a namorada dele oferecendo sua casa em Santiago, um balneário bem pequeno de Mareisas. Ok, aceitamos, é claro, de bom grado e o roteiro inicial quase não fui mudado. Na sequência, Santiago, Maresias.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_marina.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/marina.jpg',800,600,'marina - marina'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_marina.jpg" alt="marina - marina" title="marina - marina" /></a></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_kbe__a_na_marina.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/kbe__a_na_marina.jpg',800,600,'kbe  a na marina - kbe  a na marina'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_kbe__a_na_marina.jpg" alt="kbe  a na marina - kbe  a na marina" title="kbe  a na marina - kbe  a na marina" /></a></p>
<p>Informação<br />
Nos links ao lado, coloquei o meu Flickr, onde postarei outras fotos da viagem além das que estão aqui. Para acessar clique no link flckr ao lado ou <a href="http://www.flickr.com/photos/stemamo/sets/72157623556156711/">aqui</a>.
</p>
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		<title>Moto Trip - Part II - Saindo de BH rumo a SBC - SP - dia 5 de março de 2010</title>
		<link>http://blog.stemamo.com/2010/03/23/moto-trip-parte-2/</link>
		<comments>http://blog.stemamo.com/2010/03/23/moto-trip-parte-2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 05:25:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stefano Maglovsky</dc:creator>
		
		<category>stemamo</category>

		<category>moto</category>

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		<description><![CDATA[Tudo pronto! Motos revisadas, abastecidas, equipamentos separados e arrumados, malas, ou melhor, mochilas prontas, tudo organizado. Agora é carregar tudo na motocicleta e pegar a estrada.
Ficou combinado entre o Felipe e eu, que acordaríamos no máximo 5h30 da matina para arrumar tudo, encontrar aqui na minha casa e sair. Acordei no horário correto e gastei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo pronto! Motos revisadas, abastecidas, equipamentos separados e arrumados, malas, ou melhor, mochilas prontas, tudo organizado. Agora é carregar tudo na motocicleta e pegar a estrada.</p>
<p>Ficou combinado entre o Felipe e eu, que acordaríamos no máximo 5h30 da matina para arrumar tudo, encontrar aqui na minha casa e sair. Acordei no horário correto e gastei quase 40 minutos para carregar a moto e prender tudo direitinho. Acabou dando mais trabalho do que eu pensava. Depois de tudo preso, subi para me trocar. Aqui vai uma dica sobre um equipamento já comentado no post anterior. A &#8220;segunda pele&#8221;. Pra mim, ela agora é item fundamental em qualquer viagem de motocicleta. Além de dissipar o suor pelo material fino composto em poliéster, dá uma sensação ótima e leve. Confiram o texto sonbre o produto. <em>&#8220;Como funciona o X-Performance: A superfície interna do X-Performance absorve a umidade e a transporta para a face externa do tecido ao mesmo tempo que retém parte do calor, devolvendo-o uniformemente à pele, mantendo a temperatura do corpo sempre estável. A face externa do X-Performance possui microporos artificiais que aceleram a evaporação da umidade da pele. A costura plana especial Flat Seam garante maior conforto, dando a sensação de uma peça sem costuras.&#8221;</em> Viram? É exatamente isso que acontece quando usamos essa roupa. Sendo assim, não ficamos suados e nem com aquela sensação de sujo e &#8220;grudento&#8221; por baixo da calorenta roupa impermeável. A segunda pele conta com calça, camisa de mangas compridas e a balaclava. Outra coisa sobre os produtos. A calça impermeável que eu comprei não era de marca conhecida. E logo na hora da saída ela quebrou o zíper. Fui assim mesmo e passei para o Kbeça. Nem sei se ele vai arrumar pois me parece que ele não curtiu muito esse lance de calça impermeável. Comprei uma calça nova, da Tuto. Essa sim, caramba, é cara demais mas como quase tudo que é bom e caro, vale a pena.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_frango.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/frango.jpg',480,640,'frango - frango'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_frango.jpg" alt="frango - frango" title="frango - frango" /></a></p>
<p>Agora sim, tudo pronto. Ops, não. Toca o celular, é o Felipe me avisando que ia atrasar um pouco pois depois de guardar tudo e empacotar sua mochila Nelson Rigg já na motocicleta, descobriu que a balaclava tinha ficado lá dentro. Ok, assando e esperando. Depois de uns 15 minutos o frango chegou. Pausa para algumas fotos da saída e finalmente, subir nas motocicletas e acelerar. Engraçado como a excitação te deixa meio abobado. Lembro que ainda na Av. Amazonas, aqui do lado de casa, empolguei no acelerador e a moto estava pesada demais, eu também e quase não paro no farol fechado. Bom pra ficar esperto.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_saida.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/saida.jpg',800,600,'saida - saida'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_saida.jpg" alt="saida - saida" title="saida - saida" /></a></p>
<p>A primeira parada ficou marcada no Graal da cidade de Oliveira, a uns 170 km de Belo Horizonte. Esta parte da viagem foi muito tranquila. Pegamos um pouco de serração no final de Igarapé, quando começa a serrinha na 381. Fora isso, tirando alguns &#8220;nócegos&#8221; que teimam em andar na pista da esquerda na velocidade de 80 km ou menos, foi tudo muito tranquilo. Fizemos a primeira parada, como combinado, em Oliveira e, fizemos o café da manhã. As outras duas parada de abastecimento viraram outras três. Com o punho virado o tempo todo, as motos beberam bastante. Principalmente a minha, que já tem uma tradição de ser bem gastona, fez jus à sua fama. Teve trecho que eu fiz 14 km / Litro. O recorde meu na viagem toda foi 21,5 km / Litro. Neste ponto compensa pagar um pouco mais e abastecer com aditivada ou Supra. Alguns postos nas estradas não tem essas gasolinas especiais. Neste caso é a normal mesmo e o consumo fica bem pior.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_parada.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/parada.jpg',600,800,'parada - parada'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_parada.jpg" alt="parada - parada" title="parada - parada" /></a></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_eu.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/eu.jpg',800,600,'eu - eu'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_eu.jpg" alt="eu - eu" title="eu - eu" /></a></p>
<p>Passados pouco mais de seis horas e meia de viagem, sete pedágios bem chatos de R$ 0,55, chegamos em São Paulo e em seu trânsito louco. Tenho que confessar que embora perigoso, o corredor de motos de São Paulo é bem emocionante. Andando em torno de 60 km/h, ainda assim tinha motoboy reclamando e quase batendo na gente pra sair da frente. Ok! A gente saía e entrava atrás deles aproveitando o vácuo. Os carros respeitam totalmente o corredor lá. Ninguém sequer vacila em deixar o carro no meio do corredor travando a passagem. Se tiver um pouco difícil de passar, você dá uma buzinadinha e pronto, o motorista faz de tudo pra voltar à fila dele. Muito bom. Mas é perigoso mesmo. E o excesso de caminhão na entrada da cidade no trecho, Salim Farah Maluf, Juntas Provisórias e Via Anchieta é bem carregado. Depois de passar tudo isso, chegamos em São Bernardo do Campo.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_eu_mama.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/eu_mama.jpg',480,640,'eu mama - eu mama'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_eu_mama.jpg" alt="eu mama - eu mama" title="eu mama - eu mama" /></a></p>
<p>Aí sim, foi a hora de rever a mama, o Kabeça, almoçar aquele &#8220;batatão&#8221;, que é um tipo de Nhoque de forno, excelente com uma Heineken e descansar para no dia seguinte seguirmos para o Guarujá. Claro que ficamos babando na Drag que estava na garagem.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_felip_klaxon.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/felip_klaxon.jpg',640,480,'felip klaxon - felip klaxon'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_felip_klaxon.jpg" alt="felip klaxon - felip klaxon" title="felip klaxon - felip klaxon" /></a></p>
<p>A noite teve encontro com os queridos avós e com o tio Klaxon num jantar em família. A comilança rola solta lá na minha casa. Conversa boa, família, motocicletas e a expectativa do dia seguinte. Ninguém sabia se ia fazer sol, chuva e fomos dormir sem saber mas bem tranquilos. O dia seguinte seria sem pressa.</p>
<p>Na sequência, SBC – Guarujá.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_3.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/3.jpg',800,600,'3 - 3'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_3.jpg" alt="3 - 3" title="3 - 3" /></a></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_avos.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/avos.jpg',600,800,'avos - avos'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_avos.jpg" alt="avos - avos" title="avos - avos" /></a>
</p>
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		</item>
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		<title>Moto Trip - Part I - Preparação e Planejamento</title>
		<link>http://blog.stemamo.com/2010/03/19/moto-trip-part-i-preparacao-e-planejamento/</link>
		<comments>http://blog.stemamo.com/2010/03/19/moto-trip-part-i-preparacao-e-planejamento/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 14:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stefano Maglovsky</dc:creator>
		
		<category>stemamo</category>

		<category>moto</category>

		<category>viagem</category>

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		<description><![CDATA[Estava ansioso por postar sobre esta viagem. Só que agora que estou fazendo exatamente isso, bateu aquela vontade de ainda estar viajando. Normal. Mas vamos lá, se não, não tem a próxima.
Tudo começou em outubro de 2009, quando o Felipe disse que queria ir para São Paulo de motocicleta. Comentou isso comigo pois estaria de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava ansioso por postar sobre esta viagem. Só que agora que estou fazendo exatamente isso, bateu aquela vontade de ainda estar viajando. Normal. Mas vamos lá, se não, não tem a próxima.</p>
<p>Tudo começou em outubro de 2009, quando o Felipe disse que queria ir para São Paulo de motocicleta. Comentou isso comigo pois estaria de férias e neste momento, pensei em não só ir para São Paulo, mas também rodar todo o litoral norte, até Paraty ou Angra pela bela rodovia Rio-Santos. Pronto, combinado! Liguei no mesmo dia para o meu pai, o &#8220;Kbeça Quadrada&#8221; e para o meu irmão Dj Binho, e avisei o que estávamos armando. Todos se animaram e começaram os preparativos. Parecia que o tempo nunca passaria. Mas passou e rápido. E por isso, DJ Binho não conseguiu agilizar sua CNH, nem uma motocicleta que aguentasse a viagem toda. Cogitou-se de ir na minha garupa mas também não deu certo. Ficou certo que iríamos os 3 motociclistas. Eu (Stefano), Felipe e meu pai Rubens (&#8221;Kbeça Quadrada&#8221;).</p>
<p>Depois disso começaram as compras de equipamentos, acessórios e até mesmo das motos. Eu que tinha, e ainda tenho, uma Suzuki Yes 125cc, tinha que arrumar uma moto mais potente. Comprei uma Honda Falcon 400cc. O Kbeça arrumou uma Yamaha Drag Star 600cc e o Felipe foi com a sua Yamaha XTZ-X 250cc.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_xtz_falcon.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/xtz_falcon.jpg',670,503,'xtz falcon - xtz falcon'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_xtz_falcon.jpg" alt="xtz falcon - xtz falcon" title="xtz falcon - xtz falcon" /></a></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_drag.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/drag.jpg',640,480,'drag - drag'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_drag.jpg" alt="drag - drag" title="drag - drag" /></a></p>
<p><strong><br />
Motociclistas, não motoqueiros </strong></p>
<p>Desde que nasci escuto meu pai falando &#8220;motocicleta&#8221; e &#8220;motociclista&#8221;. E isso existe mesmo no mundo das duas rodas. O pessoal responsável, que se diz mais sério com respeito a pilotar veículos de duas rodas equipados e com consciência, não gostam de ser chamados de &#8220;motoqueiros&#8221;. Seria algo como, por exemplo, aqui em Minas Gerais, quando chamamos um garoto de &#8220;moleque&#8221;. Isso soa como uma ofensa. Já em São Paulo, não. São as diferenças de lugares, sotaques etc. Mas no caso dos motociclistas é mais sério. Eu não ligo muito pra isso mas para deixar todos contentes, embora mais chato de escrever, vou adotar o &#8220;motociclista&#8221; e as &#8220;motocicletas&#8221; e não as &#8220;motos&#8221; ou os &#8220;motoqueiros&#8221;.</p>
<p><strong>O Trajeto</strong></p>
<p>O trajeto já estava certo. Só faltava pontuar em que cidades iríamos parar para pernoitar e curtir as praias. Onde fazer abastecimentos, almoço, pontos turísticos clássicos para fotos, descanso etc. Isso foi definido com um roteiro detalhado que eu fiz, colocando todos os trajetos que iríamos percorrer, o tempo aproximado e a quilometragem. Tudo feito é claro, com a ajuda do Google Maps. O roteiro ficou assim. Saída na sexta-feira, dia 5 de março, de Belo Horizonte, rumo a São Bernardo do Campo. (599 km – tempo gasto aproximado - 6 horas). Pelo nosso roteiro a viagem só terminaria na segunda-feira, dia 15 de março, na volta para Belo Horizonte. Um total de quase 2 mil quilômetros em 1 semana.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_trajeto_mapa.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/trajeto_mapa.jpg',1023,777,'trajeto mapa - trajeto mapa'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_trajeto_mapa.jpg" alt="trajeto mapa - trajeto mapa" title="trajeto mapa - trajeto mapa" /></a> </p>
<p><strong>Antes de sair</strong></p>
<p>Tudo foi muito bem preparado. De acordo com os bons sites sobre motocicletas e viagens em grupos, e os 30 anos de experiência do &#8220;Kbeça&#8221;, preparamos tudo. Lâmpadas reservas para lanternas, setas e faróis. Eu levei até um pedal de câmbio reserva. Ferramentas originais das motocicletas e extras. Reparadores de pneus, os famosos &#8220;tirepanos&#8221; (este é o nome popular daquele spray de espuma branco que enche o pneu) e acessórios normais como, canivetes, lanternas, isqueiros, fita isolante, etc. Câmera fotográfica, pen drives e chips reservas, muito importantes depois que vc carregou seu chip da câmera com várias fotos e não pode perdê-las. Além disso esticadores (elásticos) e &#8220;aranhas&#8221; para prender as mochilas e o que mais fosse necessário carregar. Na minha motocicleta eu coloquei um bauleto de 26kg, o que pude descobrir na hora de carregá-lo, era bem pequeno. Tive que usar o banco do garupa para colocar a outra mochila. Mas ok. O Felipe arrumou uma bolsa muito profissional da Nelson Rigg. O &#8220;Kbeça&#8221;, na Marauder teria alforges, mas na Drag não. Levou tudo preso no banco de trás.</p>
<p>Outras coisas importantes para se levar numa viagem de motocicletas: chaves reservas. Não só da motocicleta. No meu caso, do bauleto e também da trava de disco. Algumas folhas de cheque. Carteira de identidade separada da carteira e da CNH. Celulares e dinheiro em espécie.</p>
<p>Quanto aos equipamentos, não economizamos. Não preciso dizer nada sobre a qualidade do capacete e das luvas. Eu usei um kit de roupas impermeáveis reforçadas. Jaqueta de Zebra e calça da Tuto. A bota que comprei do Dj Binho, da TCX, também impermeável, é muito boa. Uma coisa que me surpreendeu muito na viagem pelo excelente desempenho foram as peças da Segunda Pele, que inclui calça, camisa e a balaclava. Nunca dei muito valor pra isso. Comprei e logo fui para Tiradentes com ela. Percebi uma grande diferença em não ficar molhado embaixo da roupa impermeável. Em trechos maiores, como o nosso, ela é praticamente indispensável.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_preparativos1.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/preparativos1.jpg',640,447,'preparativos1 - preparativos1'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_preparativos1.jpg" alt="preparativos1 - preparativos1" title="preparativos1 - preparativos1" /></a></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_preparativos2.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/preparativos2.jpg',640,480,'preparativos2 - preparativos2'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_preparativos2.jpg" alt="preparativos2 - preparativos2" title="preparativos2 - preparativos2" /></a></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_preparativos3.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/preparativos3.jpg',640,480,'preparativos3 - preparativos3'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_preparativos3.jpg" alt="preparativos3 - preparativos3" title="preparativos3 - preparativos3" /></a></p>
<p>Tudo pronto, motocicletas, equipamentos, acessórios, datas, roteiro, agora é colocar o pé, ou melhor, a moto na estrada e ir embora. No próximo post, a saída pra São Bernardo do Campo e o primeiro trecho.
</p>
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		<title>Motocicletas no Sangue</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 23:01:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stefano Maglovsky</dc:creator>
		
		<category>stemamo</category>

		<category>moto</category>

		<category>viagem</category>

		<category>história</category>

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Meu bisavô Estevão com seu filho Stefano
Nunca falei sobre isso no blog. É verdade que fiquei mais de 10 anos sem ter uma moto ou mesmo pilotar uma. Dizem que moto é como cachaça. Uma vez que se prova, não larga mais. Tenho que admitir que é um verdadeiro vício. E não só pelo fato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_biavo_Stefano_e_vo_Jose_na_moto.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/biavo_Stefano_e_vo_Jose_na_moto.jpg',635,463,'biavo Stefano e vo Jose na moto - bisavô Stefano e vô José na moto'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_biavo_Stefano_e_vo_Jose_na_moto.jpg" alt="biavo Stefano e vo Jose na moto - bisavô Stefano e vô José na moto" title="biavo Stefano e vo Jose na moto - bisavô Stefano e vô José na moto" /></a><br />
<em>Meu bisavô Estevão com seu filho Stefano</em></p>
<p>Nunca falei sobre isso no blog. É verdade que fiquei mais de 10 anos sem ter uma moto ou mesmo pilotar uma. Dizem que moto é como cachaça. Uma vez que se prova, não larga mais. Tenho que admitir que é um verdadeiro vício. E não só pelo fato de você pilotar uma motocicleta. Quando temos um modelo, compramos outro já pensando no próximo. É engraçado e parece um consumismo louco. Mas não é. Cada moto lançada é um objeto de desejo de todos os motociclistas, independente do modelo ou categoria.</p>
<p>Mas antes de falar sobre mim e as motos, vou voltar um pouco no tempo e falar sobre minha família e a veia motociclista que, ainda bem, sempre esteve presente entre nós.</p>
<p><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/familia_de_motoqueiros.jpg" alt="familia de motoqueiros - familia de motoqueiros" title="familia de motoqueiros - familia de motoqueiros" /><br />
<em>Irmão do Bisavo Estevão que também se chamava José</em></p>
<p>Minhas primeiras lembranças da infância são rodeadas de motocicletas e seus barulhos agudos, típico dos motores 2 tempos da época. Mas com meu avô José, fiquei sabendo das histórias dele, do pai dele e de seus irmãos com motocicletas antigas, fazendo acrobacias e peripércias em plena VIa Anchieta, em São Bernardo do Campo, São Paulo, quando nem asfaltada direito ela era. Velhos tempos mesmo. Há algumas fotos muito belas desses momentos. Algumas postarei aqui. Voltando às minhas lembranças, é claro que ná época que comecei a tê-las, meu avô não pilotava mais. Mas o resto da família toda sim.</p>
<p><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/vo_jose_e_irmao_dele_moto.jpg" alt="vo jose e irmao dele moto - vo jose e irmao dele moto" title="vo jose e irmao dele moto - vo jose e irmao dele moto" /><br />
<em>Vô José e seu irmão</em></p>
<p><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/vo_jose_moto.jpg" alt="vo jose moto - vo jose moto" title="vo jose moto - vo jose moto" /><br />
<em>Meu avô José Maglovsky imponente em sua moto</em></p>
<p>E o mais incrível, as mulheres também. Lembro de um episódio curioso em que minha tia Rosana fez um esfoço enorme para comprar uma DT 180, branca, do modelo com farol redondo ainda, para dar de presente para o marido dela, meu tio Carlos, no aniversário de casamento. Num final de tarde de sexta-feira, chegavam ela, meu pai e a DT. Eles deram uma capricahada na limpeza da moto. O Carlos ficou muito feliz com o presente, nem preciso dizer né. MInhas tias Rosana e Raquel tiveram respectivamente uma Yamaha RDZ 135 (famosa rabo de CB400) e outra Yamaha TT125 (primeira cross do mercado, 2 tempos também. TT quer dizer Todo Terreno). A galera da família curte uma Yamaha.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_tio_stefano_na_moto.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/tio_stefano_na_moto.jpg',569,398,'tio stefano na moto - tio stefano na moto'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_tio_stefano_na_moto.jpg" alt="tio stefano na moto - tio stefano na moto" title="tio stefano na moto - tio stefano na moto" /></a><br />
<em>Stefano na sua motocicleta</em></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_vo_jose_e_tio_jo__o_na_moto.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/vo_jose_e_tio_jo__o_na_moto.jpg',468,316,'vo jose e tio jo  o na moto - vo jose e tio jo  o na moto'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_vo_jose_e_tio_jo__o_na_moto.jpg" alt="vo jose e tio jo  o na moto - vo jose e tio jo  o na moto" title="vo jose e tio jo  o na moto - vo jose e tio jo  o na moto" /></a><br />
<em>Vô José e tio João</em></p>
<p>Antes disso, lembro quando era bem pequeno e meu pai tinha uma moto verde, achava que era uma Honda CG, bem antiga. Mas tive a confirmação óbvia que era uma Yamaha RS 125 importada! Teve uma época muito divertida que ele tinha uma lambreta. Lambreta de verdade, italiana e laranja. Saíamos eu e o Binho, meu irmão, na garupa do meu pai para passear. Eram outros tempos e as pessoas eram mais desencanadas. Era normal irmos passear a família toda na moto. Todos de capacete e jaqueta, mas quatro pessoas numa moto, mesmo com crianças, era engraçado e perigoso. Algumas vezes eu dormina na garupa do meu pai e as pessoas nos carros ficavam buzinando para ele, avisando que eu estava dormindo. Outra coisa que marcou foi quando meu tio Helmut, caiu e quebrou a clavícula e depois disso nunca mais quis ter motos grandes. Muitos ficam traumatizados. Meu tio Roberto, que está na Suiça hoje, tinha uma Agrale. Era típico da época também, motor 2 tempos, azul e branca. Essa moto meu pai comprou depois. Hoje, o roberto tem uma Suzuki Intruder 1500 nas terras geladas. Mas as motos que o &#8220;Kbeça Quadrada&#8221;, como apelidei meu pai carinhosamente (risos), sempre gostou, eram as Yamaha DT 180. A moto era bem bonita pra época e haviam pouquíssimas opções no mercado também. Quem queria ter moto naquela época, tinha Honda e Yamaha como opção. E depois algumas Agrales, mas nao tinham a mesma qualidade das duas primeiras. Há vários registros de viagens do meu pai com minha mãe e meus tios viajando pelo litoral norte de SP. Ou para o sul do país, Rio de Janeiro etc, com essas motos 180 cc.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_motos_em_ubatuba_1.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/motos_em_ubatuba_1.jpg',700,366,'motos em ubatuba 1 - motos em ubatuba 1'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_motos_em_ubatuba_1.jpg" alt="motos em ubatuba 1 - motos em ubatuba 1" title="motos em ubatuba 1 - motos em ubatuba 1" /></a><br />
<a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_motos_em_Ubatuba.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/motos_em_Ubatuba.jpg',693,382,'motos em Ubatuba - motos em Ubatuba'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_motos_em_Ubatuba.jpg" alt="motos em Ubatuba - motos em Ubatuba" title="motos em Ubatuba - motos em Ubatuba" /></a><br />
<em>Meus pais e meus tios com suas DTs 180, em Ubatuba - SP</em></p>
<p>Uma boa lembraça que guardo até hoje era ficar subindo na moto, quando parada, estacionada e fingir que estava pilotando pelos mais diversos lugares. Fazíamos isso nas nossas bicicletas, fingindo que estávamos em motos. Até o barulho fazíamos. Mas quando a moto chegava, do meu pai ou de algum colega, quentinha ainda e com aquele cheiro característico de óleo 2 tempos e combustível era muito bom. Um amigo do &#8220;Kbeça&#8221; chamado Hermes, comprou a moto que era a sensação do momento no final dos anos 80 e começo de 90. Um Yamaha RD 350. A moto que mais andava no mercado nacional. Subir naquela coisa carenada era excitante.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_foto_0288.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/foto_0288.jpg',697,589,'foto 0288 - foto 0288'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_foto_0288.jpg" alt="foto 0288 - foto 0288" title="foto 0288 - foto 0288" /></a><br />
<em>Mais uma foto de meus pais e tios na Rio-Santos</em></p>
<p>Outra lembrança nem tão boa eram as baixas da época de inflações absurdas no nosso país. O &#8220;Kbeça&#8221; tinha que se desfazer da moto para pagar outras coisas e manter a família. Mas isso era temporário, sempre rolava uma moto nova, ou melhor, uma DT nova.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_fefo_e_binho_na_moto.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/fefo_e_binho_na_moto.jpg',484,497,'fefo e binho na moto - fefo e binho na moto'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_fefo_e_binho_na_moto.jpg" alt="fefo e binho na moto - fefo e binho na moto" title="fefo e binho na moto - fefo e binho na moto" /></a><br />
<em>Eu, meu irmão Binho, Benge e a DT 180</em></p>
<p>Quando íamos à praia, era a libertação dos que ainda não tinham carteira de moto. Podíamos ficar pilotando na praia um tempão, com aquela brisa no rosto e o mar enorme ao lado, muito bom. Fomos crescendo, ficando mais velhos, tirando carteira de moto, ou carta como falamos na minha terra e, as motos foram ficando cada vez mais perto de nós. Quando tirei minha carta, nós tínhamos duas motos em casa. Uma RD 135 Z da Yamaha, branca, 2 tempos. A outra era uma Honda CB 450 DX, vermelha e preta, 4 tempos, conservadíssima. Logo tirei a carteira e nem curti muito as máquinas pois elas foram vendidas.</p>
<p>Chegando aqui em BH, só fui ter moto de novo em 2008. Comprei uma pequena Suzuki Yes 125 cc, prata, pra ir trabalhar e me locomover. Com isso acabei contaminando mais um recente membro da família. Embora ele diga que já gostava de moto, nunca tinha tido uma. Felipe (Frango) meu cunhado, comprou uma bela Yamaha 250 XTZ, motard. É uma bela máquina, toda dark. Eu peguei recentemente uma Honda Falcon 400. Também preta, com detalhes cinza. O resto da família toda tem motos até hoje. Meus primos Dago e Micky tem a Honda Sahaara 350. O Ronny tem uma Suzuki Marauder 800, que o &#8220;Kabeça&#8221; está pensando em comprar. DJ BInho, ficou com a minha Suzuki Yes 125.</p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_DSC02785.JPG" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/DSC02785.JPG',600,800,'DSC02785 - DSC02785'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_DSC02785.JPG" alt="DSC02785 - DSC02785" title="DSC02785 - DSC02785" /></a><br />
<em>Eu voltando de Ouro Preto - MG com a Falcon</em></p>
<p><a href="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_DSC02776.JPG" onclick="lw_image_popup('http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/DSC02776.JPG',600,800,'DSC02776 - DSC02776'); return false;"><img src="http://blog.stemamo.com/up/s/st/blog.stemamo.com/img/.resized_DSC02776.JPG" alt="DSC02776 - DSC02776" title="DSC02776 - DSC02776" /></a><br />
<em>DJ BInho em Ouro Preto</em></p>
<p>O motivo deste post era justamente explicar nossa viagem, que começa nesta próxima sexta-feira, dia 5 de março de 2010. Sairemos (eu e Felipe) de Belo Horizonte, rumo a São Bernardo do Campo, para encontrar com meu pai, o &#8220;Kabeça Quadrada&#8221;, que está com uma linda Drag Star 600, preta. E depois disso, partir rumo ao litoral norte de SP, pela Rio-Santos, até Angra dos Reis, voltando por Campos do Jordão. A viagem está programada desde outbro do ano passado. E é verdade que nossas mulheres não aguentam mais nos ouvir falando disso ou comprando mais equipamentos. Mas como eu disse no começo, é uma cachaça e não tem jeito. É claro que tudo será meticulosamente registrado e depois postado aqui. Só uma coisa não ocorreu como planejado. O DJ Binho, não poderá nos acompanhar nesta viagem. Mas na próxima, esperamos ele com a sua moto e claro, com uma bandana na cabeça!</p>
<p>Este post fez sucesso. Gostaria de agradecer ao Youssef, do blog do Tiozão pelo post que fez em seu blog a respeito da nossa família. E também agradecer a nossa parente, Irene Maglowsch Starck, pelas informações sobre as fotos antigas. Um abraço a todos!</p>
<p>Blogs sobre motocicleta</p>
<p><a href="http://blog-do-tiozao.blogspot.com/">O blog do Youssef (Tiozão)</a> , além de ser muito divertido, traz várias dicas de segurança com vídeos etc, muito bom.</p>
<p>Este é pra quem gosta ou quer saber mais sobre as motos 2 tempos. <a href="http://ciclo2tempos.blogspot.com/">Ciclo 2 Tempos.</a></p>
<p>Sobre lançamentos e coisas mais atuais tem vários mas eu gosto deste. <a href="http://motosbrasil.net/">Motos Brasil.</a>
</p>
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